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04 Agosto 2020

"A pandemia, no entanto, tornou visível o declínio, com as igrejas que antes estavam cada vez mais vazias e que o serão cada vez mais, também por causa do hábito de abrir mão do padre e dos ritos com os quais a igreja é identificada", escreve Carlo Bolpin, em artigo publicado por Esodo e Viandanti, 17-07-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis o artigo.

O debate sobre as "celebrações em tempos de pandemia" continua muito rico, mas corre o risco de permanecer escondido o que considero o nó principal.

Ele começa a ser posto no documento "Liturgia e futuro", de 25 de maio de 2020, escrito por Andrea Grillo com Alberto Dal Maso e Luca Palazzi, quando indica que os novos desafios dizem respeito ao "futuro eclesial, além de ritual".

E novamente: “De repente, a igreja se viu áfona ou despreparada para acompanhar as situações mais frágeis e angustiantes. (...) O léxico utilizado frequentemente traiu o recurso a termos, conceitos, esquemas de pensamento que imaginávamos ultrapassados, ​​definitivamente arquivados, e também destacou uma certa confusão que denota uma carência de compreensão do sentido profundo do celebrar". Manifesta-se o que permanecia escondido. A pergunta que faço é se essa afonia na celebração manifesta o que permanecia escondido: justamente o vazio das palavras, a perda da capacidade de anunciar as boas novas no tempo presente. Eu não tenho conhecimento suficiente da experimentação gerais das formas de celebração domésticas para entender o quanto elas tenham permanecido dentro de expressões consolatórias e devocional e que conteúdos, que anúncio tenham desenvolvido em relação à experiência pessoal, familiar e comunitária.

Assistimos nas igrejas o retorno a formas de clericalismo, sacrais, milagrosas. O desejo de retornar à normalidade mascarava a saudade de retomar as linguagens e os conteúdos anteriores ao Concílio e à reforma litúrgica, para retornar à segurança da antiga teologia sobre a Igreja e o sacerdócio.

A pandemia, no entanto, tornou visível o declínio, com as igrejas que antes estavam cada vez mais vazias e que o serão cada vez mais, também por causa do hábito de abrir mão do padre e dos ritos com os quais a igreja é identificada.

O "sinal de Jonas". Mas o nó não está na inadequação da comunicação e da linguagem, mas na perda da capacidade de testemunhar a fé hoje e na falta da conversão necessária das comunidades cristãs ao Evangelho. A renovação litúrgica coloca-se necessariamente dentro desse processo.

Hoje poderia ser para nós um "momento favorável", portanto, para repensar e "purificar" o cristianismo na pós-cristandade. O nó a enfrentar é que, em nossa experiência produzida pela pandemia, percebe-se a irrelevância do anúncio cristão e da igreja. É necessário estar ciente da ausência de palavras e de gestos para fundamentar a fé cristã hoje diante do covid-19, que produziu uma virada cultural e antropológica, cuja dimensão não foi entendida.

A igreja confia agora justamente na ciência e no progresso humano, nas competências mundanas.

Mas "o que" resta da fé na salvação, na redenção do mal e do sofrimento? Das imagens de Deus e de sua ação na história e no universo?

Ao atualizar o que Jesus disse, nem mesmo a nossa geração consegue entender os sinais do tempo, o "sinal de Jonas" presente hoje. Verificamos também visualmente o que Bonhoeffer escreveu: “Deus entendido como uma hipótese de trabalho moral, política, científica, é eliminado, superado; mas o é igualmente também como hipótese de trabalho filosófica e religiosa" (em" Resistenza e resa"). Até mesmo a doença e a morte são "tiradas" da igreja, elas não são mais o lugar onde havia a sua residual presença, a última palavra.

Tentativas irrelevantes

O padre foi substituído pelos "novos anjos", enfermeiras e enfermeiros. Seus gestos e palavras são suficientes, como se Deus não existisse. A religião não serve como motivação para a compaixão. A igreja não é mais necessária nem para a última despedida.

Irrelevantes parecem as tentativas de recuperar o sentido tradicional da fé cristã como ajuda para enfrentar e superar as dificuldades, transmitir esperança, conforto e encorajamento nos momentos de sofrimento que estamos vivendo. Também é ilusório oferecer àqueles que nestes tempos difíceis se sacrificam pelos outros, a certeza de que seu amor não será inútil. Não é credível recuperar novas imagens de Deus criador e de Cristo redentor - como eu li - como garantidores dos esforços da ciência e do melhor da humanidade, que trabalham para vencer o mal, realizando assim o projeto evolutivo de Deus. A igreja revelaria aquilo que o mundo não vê: a presença de Deus tanto nos que sofrem como nos que amam e servem aos outros (cristãos inconscientes).

A pandemia é vista como uma ocasião única de mostrar como a Páscoa ofereça a segurança que lhe permite atravessar qualquer forma de negatividade e sofrimento, com a esperança de que eles se transformarão em alegria e plenitude. Como na natureza, a vida voltará a vencer.

Imagens idólatras modernas de Deus

Em muitas homilias, também é dito que a experiência de se fechar em casa leva a uma visão de essencialidade que nos convida a dar importância às coisas que mais significam e a deixar de lado o que é secundário: e eis que a igreja é a única a apresentar o que realmente importa. Se caíram as ilusões da secularização sobre os "destinos magníficos e progressivos", ilusórias são também essas tentativas de caminhos "apologéticos". O perigo é o de renovar imagens modernas, mas sempre idólatras, de Deus e da Igreja, um supermercado de serviços, inclusive tecnológicos, para se sentir bem, capaz de restaurar a confiança para superar a depressão.

Reivindica-se a presença livre dos serviços oferecidos pela igreja como fator poderoso na retomada da confiança coletiva, da coesão social, da paciente esperança no futuro. Continuamos apegados ao último papel, que se acredita possível como religião civil, como um sistema de recursos - convicções religiosas, ritos, orações - que ajudam aqueles que o usam a superar situações difíceis ou de crise. Parece-me que uma segunda via está sendo tentada, entrelaçada com essa: a de uma apologética do limite, da fragilidade da ciência e da autonomia das obras humanas para superar esse limite. A condição humana da fragilidade é usada para recuperar o papel da religião: nos descobrimos impotentes e reduzidos pelo vírus, então vamos a nos dirigir a Deus. Mas é mesmo assim? O vírus se torna um instrumento de Deus? O vírus pode ser usado para recuperar uma visão teológica confiando uma função social e espiritual a Deus? Que futuro há para o cristianismo?

Mas se permanecem ilusórias essas tentativas de atribuir à religião uma função que não tem, o que sobra para o cristianismo? Se nem mesmo as perguntas, muito menos as respostas, interessam mais, que futuro resta para a própria fé? Justamente e finalmente desatualizadas, sem nenhuma nostalgia senão estética, as grandiosas festividades edificações de basílicas como expiação dos pecados e como agradecimento pelo fim da epidemia, me parece que, nas várias versões indicadas anteriormente, no fundo permanece a visão não diferente da ideia moderna da ciência, que reduz a doença e a morte a um fato necessário, neutro, que não se apresenta como um problema dramático da existência. A morte é um fracasso que faz parte do processo evolutivo do cosmos.

Também a atual pandemia se torna uma oportunidade para experimentar novos modelos de conhecimento e de solidariedade. A esperança religiosa, garantidora da esperança mundana, remove o drama do destino do indivíduo absoluto, irrepetível e insubstituível. Talvez o caminho a seguir seja entender que para Cristo o sofrimento do ser individual é um seu sofrimento, um problema que transcende a imanência histórica e coloca o trágico na natureza e na existência humana. Hoje tem significado uma experiência religiosa capaz de proporcionar alívio e uma espiritualidade que oferece energia de vida, nutrição e bem-estar, imersão na criatividade da vida, mas que não vive a contradição das questões colocadas pela multidão dos crucifixos, nas situações de guerra, de miséria, de migração, de desastres ambientais?

Viver a noite do Getsêmani

Toda teologia da criação e da redenção deve acertar as contas com essas realidades não redimidas ​​e irremediáveis. Os teólogos escreveram que Auschwitz contesta a proclamação da vitória da cruz, é a "estrela da não redenção" que destrói a camada mais profunda da ilusão de cada pensamento dialético da história, a camada teológica. Não é possível justificar às vítimas o plano divino, incorporar o mal no bem, a culpa no projeto de redenção, de salvação definitiva. A pergunta era (e é): o que significa agora para as vítimas inocentes a salvação já realizada hoje pelo evento de Cristo? Diante de fenômenos como a pandemia e as capacidades destrutivas da natureza e do homem, é colocada em discussão a própria ideia de criação, de um plano divino inteligente, de uma energia boa de Deus que continua a agir.

Talvez o caminho seja viver a noite como Jesus no horto e na cruz, é passar da escuridão vivida pelos discípulos quando viram que tudo desmoronava, se desfazia. É preciso vigiar o colapso até o fim da cristandade e de qualquer teodiceia e idolatria, para dar testemunho da glória de Cristo preso na cruz até o fim dos tempos, Deus que conhece o sofrimento. Talvez, como em Ezequiel, para aceitar o dom gratuito e livre de Deus, seja necessário confessar que "nossos ossos estão secos e nossa esperança está morta" e, assim, salvar o nome de Deus na história.

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