Na mente dos homens. Artigo de Tonio Dell'Olio

Foto: OMS

Mais Lidos

  • “60% do déficit habitacional, ou seja, quase quatro milhões de domicílios, vivem nessa condição porque o gasto com aluguel é excessivo. As pessoas estão comprometendo a sua renda em mais de 30% com aluguel”, informa a arquiteta e urbanista

    Gasto excessivo com aluguel: “É disso que as pessoas tentam fugir quando vão morar nas favelas”. Entrevista com Karina Leitão

    LER MAIS
  • Povos indígenas: resistência nativa contra o agrocapitalismo. Destaques da Semana no IHUCast

    LER MAIS
  • A guerra de Trump e Netanyahu contra o Irã se intensifica e se expande com os ataques israelenses ao Hezbollah no Líbano

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Outubro 2024

 

Se as guerras começam na mente (espírito) dos homens, é na mente (espírito) dos homens que as defesas da paz devem ser construídas”. Assim começa o ato de fundação da Unesco, assinado em Londres em 1945.

O comentário é de Tonio Dell’Olio, padre, jornalista e presidente da associação Pro Civitate Christiana, em artigo publicado por Mosaico di Pace, 07-10-2024. A tradução é de Luisa Rabolini.

Perguntamos se, neste último ano de ódio, massacres, crueldades e violências realizadas naquela fatia do mundo chamada Israel e Palestina, tudo isso ocorreu. O estopim acendido exatamente um ano atrás pelo ato terrorista do Hamas foi brutal e impiedoso. Além disso, abateu-se justamente contra uma parte da população israelense que está entre as que mais dialogam com o mundo palestino.

E a resposta foi a maior carnificina deste século, o cancelamento de fato do mapa dos territórios ocupados da Cisjordânia, os bombardeios e a invasão do Líbano, e não sabemos o que mais. Mas o que o resto do mundo fez? Como reagiu? Em que direção atuou? Como pensou em intervir para deter o massacre em curso, ou seja, a resposta desproporcional e terrorista de Israel, assim como a violência do terrorismo daquela parte podre da população palestina? Que sanções ou medidas elaborou contra os agressores? As negociações, as mediações e as ações diplomáticas foram realmente implementadas sem poupar esforços e sem reservas? Esse é o exame de consciência ao qual somos chamados hoje. Além de nos deixarmos atormentar por aquela frase de abertura da Carta da Unesco

Leia mais