Gangue sequestra missionários norte-americanos no Haiti

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21 Outubro 2021

 

Christian Aid Ministries (CAM - Ministério de Ajuda Cristã) convocou para hoje, 21, um dia de jejum e oração pela libertação dos 12 missionários -11 estadunidenses e um canadense – sequestrados nos arredores de Porto Príncipe, capital do Haiti, no sábado, 16 de outubro.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O sequestro, perpetrado pela gangue conhecida como 400 de Mawozo, ocorreu quando o grupo retornava de uma visita a orfanato que recebe ajuda do CAM.

A gangue exige 17 milhões de dólares – 1 milhão (cerca de 5,6 milhões de reais) por cabeça – para libertar os missionários. Os sequestrados são seis homens, seis mulheres e cinco crianças, entre elas um bebê de oito meses. As idades dos adultos variam de 18 a 48 anos.

Autoridades dos Estados Unidos e do Haiti estão negociando a libertação do grupo sequestrado, informou em nota o Ministério de Ajuda Cristã.

A insegurança instalada no Haiti depois do assassinato do presidente do país, Jovenel Moïse, em julho passado, é um dos principais problemas apontados pela população. No dia 18, a Associação de Proprietários e Motoristas Haitianos de transporte coletivo iniciou greve que paralisou a capital.

Populares protestaram publicamente contra o sequestro dos missionários, elencando o apoio que prestam no campos social e educacional no Haiti.

Um dos manifestantes, que se identificou apenas como Robert, elogiou o trabalho dos missionários em sua comunidade. “Eles ajudaram a proteger nossas casas de deslizamentos de terra e inundações. Estamos pedindo aos sequestradores que nos deixem viver em paz”, afirmou.

A organização que enviou os missionários ao Haiti frisou que seu trabalho, em todo o país, inclui “apoiar milhares de crianças em idade escolar, distribuir Bíblias e literatura cristã, fornecer remédios para várias clínicas, ensinar pastores haitianos e prover comida para idosos e vulneráveis”.

 

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