Enigmas papais, de Wojtyla a Bergoglio

Foto: Il Sismografo

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

30 Setembro 2020

Dois títulos eficazes, sem dúvida. Que respondem bem à personalidade complexa dos dois papas e à riqueza argumentativa dos dois autores. Mas não devem ser interpretados – os dois títulos – no sentido de que não se soubesse em 1986 o que o papa polonês queria e que não se saiba hoje o que o papa argentino quer.

O comentário é de Luigi Accattoli, publicado por Corriere della Sera, 29-09-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

À esquerda, o livro “O enigma Wojtyla” (Ed. Borla, 1986), de autoria de Juan Arias. E, à direita, o livro “O enigma Bergoglio” (Ed. Solferino, 2020), escrito por Massimo Franco
(Foto: Il Sismografo)

Talvez Francisco não conseguirá realizar a sua ideia de uma Igreja em saída missionária, sinodal, hospital de campanha, pobre e para os pobres; ou mesmo terá alguma responsabilidade pelo caminho incerto das reformas que iniciou. E, entre elas, a reforma conturbada da economia vaticana.

Mas que ele não sabe o que quer, não: isso não é verdade para Bergoglio, assim como não era verdade para Wojtyla.

Leia mais