Leigos de Osorno avaliam como positivo o “perdão” do Papa, mas pedem medidas concretas no caso Barros

Foto: Pontificia Universidad Católica de Chile /Flickr

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12 Abril 2018

Após receber os testemunhos recolhidos pelo bispo de Malta, Charles Scicluna, o Papa Francisco reconheceu, nesta quarta-feira, “graves erros de avaliação” no caso de dom Barros e pediu perdão, como revelou a Conferência Episcopal ao ler uma carta do Sumo Pontífice.

A reportagem é publicada por T13, 11-04-2018. A tradução é de André Langer.

Relacionado a isso, a comunidade de leigos e leigas de Osorno publicou um comunicado em que agradeceu de maneira especial a Scicluna e ao padre Jordi Bertomeu pela disposição de ir ao Chile e ao frutuoso diálogo que tiveram com todos.

Além disso, disseram que apreciam a mudança de olhar que o Papa está mostrando em sua carta e que valorizam seu pedido de perdão e o aceitam.

“O Papa também precisa responder por que as opiniões deles (dos bispos) tiveram tanto peso, reconhecendo que, ao mesmo tempo, outros bispos, padres, leigos e amigos dele passaram-lhe informações verdadeiras que ele decidiu ignorar”, disseram em seu comunicado.

Eles valorizaram como positiva a vontade do Papa Francisco de restabelecer a confiança, mas dizem que: “no entanto, não é possível restabelecer a confiança se não houver medidas adequadas e suficientes que efetivamente enfrentem o problema”.

Eles destacaram o “progresso significativo” do Sumo Pontífice em ampliar sua visão do problema sexual e, além disso, que considere o abuso de poder e a manipulação da consciência.

Por fim, fizeram um convite aos bispos convocados para uma reunião em Roma para que avaliem em consciência a contribuição que deram nesta crise para que a decisão fosse justa.

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