Bispos rezam por reparação após peregrinação LGBTQ

Foto: adrianvidal/Canva

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08 Outubro 2025

Com uma oração pública no sábado, vários bispos tentaram expiar o que consideraram uma profanação da Basílica de São Pedro por uma peregrinação LGBTQ. Como noticiou o Nederlands Dagblad na segunda-feira, o evento de oração incluiu o bispo americano demitido D. Joseph Strickland, o bispo auxiliar cazaque D. Athanasius Schneider, o bispo auxiliar emérito suíço D. Marian Eleganti e o bispo auxiliar holandês D. Rob Mutsaerts.

A informação é publicada por Katholisch, 07-10-2025.

Durante uma cerimônia em Pittsburgh, o clero se ajoelhou diante de uma estátua da Virgem Maria e recitou uma longa "oração de reparação", pedindo a Deus que aceitasse sua oração "pela atrocidade cometida na Cidade Eterna — neste Ano do Jubileu e, infelizmente, com a aprovação das autoridades da Santa Sé".

Acusações contra a liderança da Igreja

A oração referia-se repetidamente à "fornicação" e à "sodomia". Os bispos lamentaram que "a Porta Santa e a Basílica de São Pedro tenham sido usadas como plataforma para defender orgulhosamente a legitimação de pecados contra o Sexto Mandamento". Pediram perdão "ao clero que, sob o pretexto de cuidado pastoral, oculta às pessoas a verdade eterna dos Teus Mandamentos", bem como "a todos os que cometem blasfêmia alegando que Tu criaste os sentimentos homossexuais".

A oração concluía com as palavras: "Ó Senhor, que a Tua Igreja brilhe novamente — católica, livre e casta".

Em setembro, uma peregrinação de católicos não heterossexuais ocorreu em Roma como parte do Ano Santo. Organizado por um grupo LGBTQ italiano, o evento atraiu atenção internacional. A sigla LGBTQ significa lésbica, gay, bissexual, transgênero e queer.

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