Cardeal Müller não está no Sínodo Mundial por motivo de doença

Gerhard Ludwig Müller (Foto: Jolanta Dyr |Wikimedia Commons)

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Outubro 2024

Um dos mais proeminentes cardeais alemães da atualidade e crítico do Papa, Gerhard Ludwig Müller, adoeceu. Sua ausência do Sínodo sobre a Sinodalidade, que se reúne no Vaticano, foi perceptível. O ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé disse ao Nederlands Dagblad na quinta-feira que ainda não poderia estar lá devido a uma hérnia de disco. É um "diagnóstico preliminar", explicou Müller. No entanto, ele espera em breve poder participar das consultas sobre o futuro da Igreja Católica. "Estou esperando a luz verde do médico", disse o cardeal.

A reportagem é publicada por Katholisch, 10-10-2024.

Müller é um dos participantes do Sínodo dos Bispos nomeado pessoalmente pelo Papa Francisco sobre o tema "Por uma Igreja sinodal: Comunhão, Participação e Missão". Na primeira sessão do Sínodo Mundial no outono passado, Müller atraiu a atenção do público acima de tudo por seu feedback crítico. Por exemplo, ele acusou o padre jesuíta e pró-comunidade LGBTQ americano James Martin de "espalhar propaganda política" depois que ele distribuiu uma foto de seu encontro com Müller. Ele também criticou que o Sínodo tenha se orientado demais para o protestantismo. Isso destruiu o caráter sinodal e, com a sinodalidade, a "colegialidade". Existem outras maneiras de falar com os leigos, o sínodo não é uma delas.

O cardeal alemão também atraiu a atenção com sua escolha de roupas no Sínodo Mundial no ano passado. Ele usava uma batina e criticou o fato de que muitos bispos e cardeais se reuniam em "roupas civis, esportivas ou de rua". "Um sínodo é uma celebração de adoração e não deve ser confundido com uma reunião de acionistas em um hotel cinco estrela". No estilo de roupa de outros participantes do sínodo, ele viu "uma insinuação barata ou a coerção à modéstia para não se distinguir visivelmente dos leigos".

Leia mais