Congresso dos líderes religiosos de 13 a 15 de setembro. Entre os convidados: Papa Francisco, Grande Imã al-Tayyeb, Rabino-Chefe David Lau. A Declaração Final (com ou sem a assinatura do Papa?)

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12 Setembro 2022

 

O VII Congresso de Líderes das Religiões Mundiais e Tradicionais, de 13 a 15 de setembro na capital do Cazaquistão, Nur-sultan (ex-Astana), receberá o Papa Francisco e com ele estarão outras dois figuras religiosas notáveis: o Grande Imã de al-Azhar (Egito) Ahmad al-Tayyeb (muçulmano sunita) e o Rabino-Chefe ashkenazi de Israel (1993-2003 / 2013 -), David Lau.

 

A informação é publicada por Il sismografo, 11-09-2022. A tradução é de Luisa Rabolini

 

Um comunicado oficial da Secretaria do Congresso anuncia a presença de 108 Delegações incluindo expoentes do Budismo, Taoísmo, Hinduísmo, Zoroastrismo e Xintoísmo.

 

Sendo este Congresso um evento governamental organizado pela Presidência da República, desde os tempos do famoso Presidente Nursultan Nazarbaev, no passado as numerosas personalidades religiosas convidadas sempre foram muito cautelosas. O Bispo de Roma foi convidado várias vezes a participar do Congresso e, portanto, o Papa Francisco é o primeiro pontífice a aceitar o convite e que estará presente na abertura e no encerramento da assembleia. Entre as personalidades mundiais mais importantes que participaram dos trabalhos, podemos citar o então secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o rei da Jordânia, Abdullah II. No campo católico, o maior representante do Vaticano presente foi o Cardeal Francesco Coccopalmerio.

 

O tema central do Congresso, dividido em grupos de trabalho por tema, é; “O papel dos líderes das religiões mundiais e tradicionais no desenvolvimento espiritual e social da humanidade no período pós-pandêmico”.

 

No início da tarde de quinta-feira, 15 de setembro, será lida a Declaração Final e as conclusões, conforme indicado no Programa da Visita do Papa, mas não se especifica se assinará ou não o documento. Acrescenta-se apenas que o Santo Padre proferirá um discurso, o último antes de retornar a Roma.

 

Trata-se, portanto, de um evento bastante diferente de outras viagens durante as quais o Papa Francisco assinou declarações conjuntas como, por exemplo: com o Patriarca Kirill (La Habana - Cuba em 2016), com o Patriarca Bartolomeu e o Arcebispo de Atenas Ieronymos (Lesbos - Grécia em 2016), ou a Declaração Conjunta por ocasião da Comemoração Conjunta Católico-Luterana da Reforma (Lund - Suécia em 2016). Também podemos recordar as declarações conjuntas com o Patriarca Copta Ortodoxo Tawadros II (Cairo - Egito em 2017) ou com o Grande Imã al-Tayyeb (Abu Dhabi - Emirados Árabes Unidos em 2019) ou com o Rei de Marrocos (Rabat - Marrocos em 2019).

 

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