Papa Francisco dá a outra face: “Desejo tudo de bom ao nobre povo chinês, que os católicos sejam sempre bons cidadãos”

Foto: Reprodução | Vatican Media

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Setembro 2023

“Gostaria de enviar uma calorosa saudação ao nobre povo da China. Desejo o melhor a todas as pessoas, peço que sigam sempre em frente e progridam. E peço aos católicos chineses que sejam bons cristãos e bons cidadãos”.

A informação é de Franca Giansoldati, publicada por Il Messaggero, 03-09-2023.

Sob a grande cruz vermelha que pende sobre o altar construído para a missa no pavilhão desportivo de Ulan Bator, o Papa Francisco faz com que o atual bispo de Hong Kong, o jesuíta Stephen Chow Sau-yan, fique ao seu lado juntamente com o ex-bispo do antigo Protetorado britânico e agora cardeal John Tong Hon, ambos na Mongólia para cumprimentar o Papa Francisco. Ele segura a mão dos dois num discurso não programado que serve a Bergoglio para enviar uma mensagem tranquilizadora às autoridades chinesas.

Na verdade, ao contrário do que todos esperavam, Pequim não deu permissão aos bispos chineses para saírem do país para chegar a Ulan Bator.

Leia mais