Portal traz testemunhos de quem procura o suicídio assistido na Suíça

Foto: Reprodução/GI

Mais Lidos

  • Vozes de Emaús: Grito dos excluídos e das excluídas 2026 terra-paz-moradia, mulheres vivas e soberania. Artigo de Francisco de Aquino Júnior

    LER MAIS
  • “Temos dez ministros e cada um é um STF”. Entrevista com o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão

    LER MAIS
  • Leão XIV e as relações EUA-Vaticano: preparando-se para a era pós-Trump. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

13 Junho 2026

Um grupo de pesquisadores em St. Gallen, na Suíça, criou o Assisted Lab, que traz testemunhos pessoais para analisar como eles influenciam a opinião pública e a legislação sobre o suicídio assistido. O portal recolhe blogs, livros autobiográficos, romances, documentários, longas-metragens e peças de teatro. As pessoas direta ou indiretamente afetadas por essa alternativa extrema podem, assim, compartilhar suas experiências.

A informação é de Edelberto Behs.

O grupo de pesquisa conta com colaboradores no Canadá, na Irlanda do Norte e na Holanda. Ele reúne pesquisadores, profissionais de saúde, pacientes e artistas. As histórias relatadas por pessoas que optam pelo suicídio assistido contam a respeito do sofrimento físico que não pode ser aliviado, enfatizam o valor da autodeterminação e questionam a sabedoria de consagrar em lei a liberdade de escolher o próprio fim da vida.

A Igreja Evangélica Reformada da Suíça (EERS) entende que o suicídio assistido não pode ser considerado uma prática comum. Ela não deve ser banalizada, incentivada nem integrada a uma lógica de expectativa ou utilidade social. A Igreja Católica também é contrária ao procedimento.

“A EERS defende uma sociedade que não abandone aqueles em sofrimento à própria sorte, mas que permaneça presente, solidária e atenta até o fim. O apoio espiritual, pastoral, médico e humano continua sendo essencial justamente onde as respostas simples se mostram insuficientes”, registrou Francesca Sacco, repórter do portal Protestinfo.

Leia mais