Zuppi em Moscou: D. Pezzi (bispo russo), “ótimas notícias. Após os últimos acontecimentos, a urgência e a disponibilidade para a paz parecem ter aumentado”

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28 Junho 2023

"Boas notícias. O valor desta visita a Moscou é muito alto. Considerando os últimos acontecimentos, diria também que a urgência e a disponibilidade para a paz me parecem ter aumentado”.

Assim D. Paolo Pezzi, presidente dos bispos católicos russos, comenta o anúncio que acaba de ser feito pela Sala de Imprensa da Santa Sé de que amanhã e depois, 28 e 29 de junho, o cardeal Matteo Maria Zuppi, arcebispo de Bolonha e presidente da Conferência Episcopal Italiana, acompanhado de um funcionário da Secretaria de Estado, fará uma visita a Moscou, como enviado do Papa Francisco. "Eu diria", acrescenta Pezzi, "que é muito importante termos conseguido organizar essa visita agora. Não vou negar que as expectativas são muito altas sobretudo à luz dos acontecimentos recentes, é claro que há por parte de muitos o simples desejo de voltar a olhar-se nos olhos com serenidade, com o desejo restabelecer relações e com vontade de construir finalmente".

A informação é publicada por SIR, 27-06-2023.

"Sobre o que esta visita pode significar concretamente", continua o arcebispo de Moscou, "penso que, sem dúvida, o aspecto humanitário e, portanto, a situação dos prisioneiros de guerra e a situação dos refugiados estarão em primeiro plano. Por outras palavras, penso que podem ser dados passos concretos, talvez até de imediato, a este nível".

De acordo com D. Paolo Pezzi, “também é muito importante” que “o fato de que – como espero – o cardeal possa se encontrar com o patriarca Kirill”, porque explica “seria um erro parar apenas no nível político. É necessário também colocar em jogo o fator humano, antropológico e religioso, não tanto porque se pense que a religião como tal esteja envolvida nesta situação, mas porque o nível religioso é, em todo caso, colocado em um nível superior ao político e econômico. Portanto, certamente este envolvimento e a possibilidade destes encontros podem não só abrir portas, não só construir pontes, mas também identificar possibilidades concretas e passos seguros no caminho da paz”.

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