Imigrantes haitianos denunciam empresa gaúcha por más condições de trabalho e ameaças

Foto: Youtube

Mais Lidos

  • Quatro grandes grupos não homogêneos se destacam no cenário interno. Entretanto, suas articulações nesse ambiente repressivo estão ainda mais impactadas frente ao conflito deflagrado por Israel e EUA, cuja reação iraniana foi subestimada

    Movimentos sociais no Irã: protagonismo na resistência à política imperialista mundial. Entrevista especial com Camila Hirt Munareto

    LER MAIS
  • A ameaça de Trump: "O Irã precisa aceitar o plano dos EUA ou eu o destruirei da noite para o dia"

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Janeiro 2018

Um grupo de dez imigrantes haitianos fez uma denúncia de más condições de trabalho e falta de pagamentos, além de discriminação e ameaças de agressão contra uma empresa de Caxias do Sul, na serra gaúcha.

A informação é publicada por Jovem Pan, 11-01-2018.

A denúncia foi primeiramente feita no Sindicato dos Metalúrgicos da cidade. Os haitianos, que vivem há cinco anos em Caxias do Sul, eram funcionários de empresa contratada por outra de Panamby, no noroeste do Estado.

Eles trabalhavam na montagem de silos de armazenamento de grãos. Eles registraram ocorrência na Polícia Civil, mas como a denúncia é de condições de trabalho análogas à escravidão, a investigação deve ser conduzida pela Polícia Federal.

O Ministério Público do Trabalho também deve participar da apuração ouvindo responsáveis pela empresa.

Os trabalhadores sofrem com falta de água, falta de luz, são impedidos de entrar em contato com seus familiares e recebem agressões e ameaças por parte do supervisor da empresa.

O Sindicato e o MPT devem ingressar com pedido de demissão coletiva para que o grupo possa receber as rescisões trabalhistas e os pagamentos em atraso dos salários.

O proprietário da empresa denunciada disse que ainda não foi ouvido pelo MPT, mas negou as acusações. Ele admitiu, no entanto, que houve atraso no pagamento do 13º salário, mas que os valores devem ser pagos ainda nesta semana.

Leia mais