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CEAMA, “um novo modelo de articulação de forças eclesiais”, segundo D. Zenildo Lima

Foto: Luis Miguel Modino

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29 Agosto 2025

  • Percebemos, por meio da dinâmica de escuta dos processos de trabalho em grupo, o quanto as igrejas locais na Amazônia têm se esforçado para implementar os processos de sinodalidade.

  • Atingimos o objetivo de propor ao episcopado amazônico o modelo de conferência eclesial como caminho para o desenvolvimento.

  • A questão do poder é a questão da anomalia que atrofia a identidade da estrutura hierárquica da Igreja.

  • As igrejas da Amazônia têm se esforçado e alcançado algum sucesso na revisão e reconstrução de processos de formação que levem em conta a dinâmica da sinodalidade.

A reportagem é de Luis Miguel Modino, publicado por Religión Digital, 28-08-2025.

De 17 a 20 de agosto de 2025, quase 90 bispos da região amazônica, representando 70% das circunscrições eclesiásticas da região, reuniram-se na sede do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe (CELAM), em Bogotá. Este foi o primeiro encontro desde o Sínodo para a Amazônia, realizado em outubro de 2019. A convocação foi feita pela Conferência Eclesial da Amazônia (CEAMA), um dos frutos daquele sínodo.

Uma experiência de encontro

O vice-presidente da CEAMA, Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus, avalia o momento, afirmando que "para alguns de nós foi uma experiência de reencontro, para a maioria foi um primeiro encontro", visto que nem todos os bispos atuais participaram do Sínodo para a Amazônia. O encontro teve como foco a sinodalidade e a Conferência Eclesial da Amazônia como instrumento para o exercício dessa sinodalidade, segundo o bispo. Ele insiste que " o objetivo muito específico foi aproximar as igrejas locais, dioceses, prelazias e vicariatos apostólicos da nossa Amazônia dessa realidade que é a Conferência Eclesial da Amazônia".

O vice-presidente da CEAMA enfatiza o desejo de "alcançar o entendimento e chegar ao coração do episcopado", iniciativa que, segundo ele, tem sido alcançada com sucesso. Ele chega a afirmar que "a participação dos bispos foi surpreendente; a participação deles no encontro foi muito positiva. E, sobretudo, percebemos, por meio da dinâmica de escuta dos processos de trabalho em grupo, o quanto as igrejas locais na Amazônia têm se empenhado na implementação dos processos de sinodalidade, seja a partir do Sínodo da Amazônia, seja a partir do recente Sínodo sobre Sinodalidade".

A sinodalidade está viva

Zenildo Lima enfatiza que “a sinodalidade está viva, é uma realidade em nossas igrejas, e perceber que o Sínodo da Amazônia está vivo também é uma realidade em nossas igrejas”. Nessa perspectiva, ele destaca que “os bispos apresentaram algumas diretrizes que consideram muito importantes para que possamos abordar como comunhão do episcopado, mas sobretudo como comunhão das igrejas da Amazônia, lideradas por uma conferência eclesial”.

Seu vice-presidente reconhece que "obviamente, precisaremos ser cada vez mais claros sobre a identidade desta conferência eclesiástica, sobre sua estrutura, sua composição, seu regulamento e como ela consegue sustentar e apresentar o caminho proposto de sinodalidade para nossas igrejas". Mas, no geral, ele afirma que "a avaliação é muito positiva. Acredito que alcançamos o objetivo de propor ao episcopado amazônico o modelo de uma conferência eclesial como caminho de desenvolvimento, tanto para o Sínodo da Amazônia quanto para o Sínodo da Sinodalidade".

Contribuições da CEAMA

Em relação às contribuições da CEAMA, que o Relatório de Síntese da Primeira Sessão do Sínodo sobre a Sinodalidade reconhece como exemplo de sinodalidade, o bispo expressa sua surpresa, visto que ela não aparece na fase de implementação do Sínodo. Isso porque "o Sínodo sobre a Sinodalidade busca essas conversões de relações, processos, vínculos e dinâmicas de formação em torno da sinodalidade", afirma. Nesse sentido, enfatiza que "em relação a essa conversão de processos e à apresentação da conversão de processos e da forma como tomamos decisões, como atuamos com transparência em relação à implementação dessas decisões, a CEAMA se apresenta como uma grande oportunidade para um novo modelo de articulação de forças eclesiais".

Apesar das diversas instâncias participativas existentes, desde conferências episcopais até diversos conselhos participativos, em nível de igrejas locais ou mesmo paróquias ou comunidades eclesiais, o bispo afirma que “agora, pensar em um novo modelo que considere novos sujeitos, que não comprometa toda a estrutura hierárquica da Igreja, é uma possibilidade iluminadora”. Nessa perspectiva, a CEAMA observa que “em nível de Igreja, nossas decisões, nossos processos missionários, nossos processos de consolidação da evangelização, podem ser tomadas a partir de diferentes sujeitos, inclusive com tomada de decisão”.

Relutância em relação aos processos de sinodalidade

Diante da relutância e do questionamento em relação à CEAMA e sua estrutura, seu vice-presidente a vê como "uma relutância ou questionamento dos processos de sinodalidade, uma insegurança em relação aos processos de sinodalidade e às mudanças que esses processos implicam na vida da Igreja". Um medo da sinodalidade que, segundo Monsenhor Zenildo Lima, "pode ​​ter a ver com o medo de perder o poder", refletindo que "a questão do poder é a questão da anomalia que atrofia a identidade da estrutura hierárquica da Igreja. Ou seja, o que sustenta a estrutura hierárquica da Igreja não é uma concepção de poder. O que sustenta esse dinamismo necessário e hierárquico da Igreja é como ela melhor articula seus serviços evangelizadores".

Uma realidade que demonstra que "uma conferência eclesial acaba sendo uma experiência subsidiária para o Ministério Episcopal, uma experiência subsidiária para o dinamismo hierárquico da Igreja, porque oferece condições de discernimento que, por si só, a estrutura hierárquica não seria capaz de proporcionar", enfatiza o bispo. Portanto, nas palavras de D. Zenildo Lima, "a Conferência Eclesiástica da Amazônia oferece suporte às conferências episcopais. Assim como a sinodalidade oferece suporte, elementos e ferramentas para a estrutura hierárquica da Igreja".

Igrejas crescem em caminhos de sinodalidade

Sobre a mensagem final do encontro, que valoriza "os passos dados na escuta, na articulação das dioceses, na revitalização dos conselhos, no planejamento pastoral, na formação teológica, espiritual, ministerial e pastoral, que busca responder aos sinais dos tempos", o bispo vê essa mensagem não como perspectivas e ideais, mas como "resultados da troca do que as igrejas locais têm contribuído". Ele vê esses elementos compartilhados como prova de que "as igrejas estão crescendo no caminho da sinodalidade, a partir das assembleias diocesanas e dos sínodos diocesanos. As igrejas da Amazônia estão revitalizando esses conselhos participativos, como já previsto no Código de Direito Canônico, mas que também podem adquirir novo dinamismo com essa perspectiva sinodal".

Um caminho que é fruto do fato de que “as igrejas da Amazônia têm se esforçado e alcançado algum sucesso na revisão e reconstrução de processos formativos que levam em conta a dinâmica da sinodalidade. E as igrejas da Amazônia têm percebido o quanto refletir sobre a sinodalidade aproxima a Igreja de seu papel e de seu compromisso com o horizonte do Reino de Deus, que tem como pano de fundo toda a casa comum e, portanto, todo o compromisso socioambiental”, reconhece o bispo. Para Zenildo Lima, “o texto final, mais do que apontar e indicar metas, foi em sua essência um reconhecimento dos passos já vivenciados em nossas igrejas. Foram frutos de trocas cuja questão fundamental era quais processos sinodais haviam sido iniciados nas igrejas locais”.

Autoritarismo e clericalismo

Olhando para o futuro, diante dos progressos alcançados no caminho da sinodalidade, o bispo reconhece o desafio que surge da resistência existente ao processo sinodal. Nessa perspectiva, ele afirma que "estamos preocupados que, mesmo com esses avanços, ainda tenhamos algumas atitudes imbuídas de autoritarismo, embora o termo mais utilizado pelos bispos tenha sido clericalismo". Isso foi uma constante nos dez grupos de trabalho, visto que "todos levantaram a questão do clericalismo e a necessidade de repensar os caminhos da formação para os ministérios na Igreja, o que poderia nos ajudar a superar essas tendências ao clericalismo e ao autoritarismo, e muito particularmente também a questão da formação sacerdotal".

Além da formação sacerdotal, Monsenhor Zenildo Lima destaca "outros elementos que remetem à abertura da Igreja ao cuidado da nossa casa comum, como horizonte de evangelização. Chamamos também a atenção para a necessidade de implementar processos evangelizadores, processos missionários. Sempre tivemos muita consciência de que o que queremos com uma Igreja mais sinodal é uma missão mais eficaz no anúncio da pessoa de Jesus Cristo, no anúncio do Reino de Deus e na força transformadora que o anúncio da pessoa de Jesus e do Reino tem para as realidades, como se diz, para os territórios encontrados na Amazônia".

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