Governo fecha acordo para construção da BR-319

Foto: Divulgação/Observatório BR-319 | Agência Pública

Mais Lidos

  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS
  • “Trump mantém o chavismo vivo porque é ele quem controla a Venezuela”. Entrevista com José Natanson, cientista político

    LER MAIS
  • Venezuela: Trump assume o controle dos campos de petróleo. Caracas negocia, provocando a ira da China

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

16 Julho 2025

Acordo entre os Ministérios do Meio Ambiente e dos Transportes pretende viabilizar um plano socioambiental para polêmica obra na Amazônia.

A informação é publicada por ClimaInfo, 15-07-2025.

O governo federal continua buscando caminhos para viabilizar o asfaltamento do chamado “Trecho do Meio” da BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO) – obra polêmica criticada por ambientalistas por conta dos impactos potenciais sobre o desmatamento no sul do Amazonas. Segundo a Folha, os Ministérios do Meio Ambiente e dos Transportes costuraram um acordo inédito para elaborar um plano socioambiental atrelado ao empreendimento, de forma a mitigar seus impactos.

O plano prevê a realização de uma avaliação ambiental estratégica (AAE) para orientar a formulação de políticas públicas e cria um cronograma de ações de proteção ambiental e de desenvolvimento para as populações locais. A contratação do estudo ficará sob responsabilidade da estatal Infra S.A., ligada ao Ministério dos Transportes.

A obra teve sua licença-prévia suspensa novamente pela Justiça Federal no último dia 2, atendendo a um recurso do Observatório do Clima, que pede a anulação da licença emitida pelo Ibama em 2022 por inconsistências legais, técnicas e ambientais. Um dos argumentos levantados pela ação é o impacto da concessão da licença-prévia sobre o desmatamento no entorno do empreendimento, com alta de 122% desde o anúncio.

Leia mais