Yermak sobre a missão do cardeal Zuppi: “Útil se ajudar na troca de prisioneiros, mas não precisamos de mediação”

Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente ucraniano (Divulgação | President of Ukraine)

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Junho 2023

Andriy Yermak, chefe do gabinete presidencial ucraniano, saúda a viagem do cardeal Matteo Zuppi "se ela marca o início do envolvimento do Vaticano na troca de prisioneiros e no retorno das crianças" deportadas na Rússia.

A informação é publicada por Il Sismografo, 27-06-2023.

Yermak, que falou em um encontro com a imprensa internacional em Kiev, repetiu que a Ucrânia recusa as negociações com a Rússia que o Vaticano propõe, até que o exército russo abandone os territórios que ocupa na Ucrânia. "Não precisamos de mediação. Não confiamos na Rússia e acreditamos que isso não vai mudar”, acrescentou, referindo-se aos acordos de Minsk assinados entre Kiev e Moscou após a primeira intervenção russa na Ucrânia em 2014, que não levaram à paz em Donbass nem impediram a invasão russa.

Leia mais