A fome é chocante num mundo que produz comida para todos, afirmam luteranos

Foto: Global Justice Now | Flickr CC

Mais Lidos

  • Em nome de Deus: quando a política se apropria do Evangelho. Artigo de Martin Scheuch

    LER MAIS
  • “Os eleitores têm que pressionar os candidatos a se comprometerem a transformar a política de adaptação climática numa política de longo prazo, numa política de Estado com medidas emergenciais, que são, às vezes, necessárias, mas também com medidas de longo prazo”, insiste o cientista

    Plano de adaptação às mudanças climáticas: Brasil já fez lição de casa; é preciso implementá-la com urgência. Entrevista especial com Paulo Artaxo

    LER MAIS
  • O futuro em disputa: algoritmos, extrema-direita e autoritarismo. Destaques da Semana no IHUCast

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

05 Julho 2022

 

O Conselho da Federação Luterana Mundial (FLM), órgão decisório da entidade ecumênica no período entre as assembleias, exortou a comunidade internacional a aumentar a assistência humanitária, priorizando países e regiões atingidas pela crise alimentar, e exortou governos a priorizarem recursos para o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis, priorizando os modelos agroecológicos.

 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

 

 

“É chocante e profundamente perturbador” que quase 193 milhões de pessoas em 53 países sejam afetadas por uma crise alimentar, embora haja comida suficiente para alimentar toda a população mundial. “Enquanto rezamos por nosso pão de cada dia, sabemos que as pessoas não podem viver suas vidas plenamente e com dignidade sem um suprimento adequado de alimentos”, destacou a nota do Conselho.

 

Avaliando o quadro alimentar mundial, o Conselho denunciou os sistemas e as estruturas que levam a altos níveis de desigualdade, “como o resultado de que poucas pessoas têm muito mais do que precisam e muitas pessoas têm muito pouco ou nada”.

 

 

Assim, “qualquer pessoa que queira combater as causas profundas da crise alimentar global deve agir contra a ganância, o consumo excessivo e a superprodução industrializada com fins lucrativos, e apoiar uma reviravolta agroecológica comprometida com a preservação da natureza”, apontaram os luteranos.

 

Leia mais