22 Julho 2026
"Cheio do Espírito Santo, extasiado pela Graça de um novo e ardente Pentecostes, repleto do amor incondicional e da Misericórdia das Três Pessoas Divinas, permita-se renovar o Cenáculo do seu coração", escreve Orlando Polidoro Junior, pastoralista e teólogo pela PUCPR.
Eis o artigo.
Por tradição, esse ritual que os “cristãos católicos” praticam nas celebrações litúrgicas, no início e no fim de suas orações pessoais, como também em vários momentos de suas vidas quando buscam uma aproximação ou uma forma de agradecimento a Deus, é uma invocação direta à Santíssima Trindade.
O cristão tem conhecimento sobre o Pai, sobre o Filho e sobre o Espírito Santo, mas como busca? Como crê? Como agradece? Qual é seu verdadeiro entendimento sobre as Três Pessoas Divinas?
Nossa proposta não é um tratado sobre a Trindade e muito menos um minucioso estudo teológico para tentar revelar a verdade de como foi “criada/surgiu”, ou qualquer outra semelhança neste sentido. Podemos definir como “mistério”, mas é possível reconhecê-la e aceitá-la pela via da fé e da razão, para assim podermos abrir um majestoso espaço no coração, permitindo que Deus-Trino nos transfigure num todo.
O objetivo é identificar as Três Pessoas Divinas [Hipóstase], estimulando a percepção do quanto estamos envolvidos por Elas em revelações/manifestações diárias em nossas vidas. Às vezes sem reconhecer abundantemente ou não percebê-las ao nosso lado, desviamos de sua exuberante Graça.
No desenvolvimento do nosso artigo haverá ocorrências em que Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo estarão “separados” para que possamos contextualizá-los individualmente em cada momento da revelação. Mas como sempre, de forma natural, Divina e humana, unidos a nós intensamente em amor incondicional e Misericórdia. Percebamos quão fundamental é “dividi-los” durante as leituras, para que possamos detectar como é um só em espírito vivificador.
A Trindade está presente desde sempre — na eternidade — muito antes de iniciar sua revelação aos homens através da história narrada nas Escrituras: “No princípio, Deus criou o Céu e a terra” (Gn 1,1).
Assim como YHWH demorou um longo período da história do povo de Israel até ser reconhecido e adorado como Deus Uno e criador do Céu e da terra, sua Trindade também exigiu tempo; heresias, revelações, concílios, documentos magisteriais e excessivas reflexões. Para muitos, crer tão somente em Deus já é uma “tarefa” nada fácil, imagine então em Três Pessoas num Deus único — Uno e Trino.
Mesmo com a referência de Gn 1,26, os eventos Jesus de Nazaré, de Pentecostes, e ainda todas estas alusões diretas e indiretas das Três Pessoas: Mt 28,19; Mc 1,9-11; Lc 10,21; Jo 10,30; At 2,14ss; Rm 1,3-4; 2 Cor 13-14; Gl 4,4-6; Cl 1,8; Ef 1,2-3; 1 Pd 1,2, a Trindade só recebeu formulação dogmática teológico-cristã em 325 no primeiro Concílio de Niceia, quando se utilizou o clássico termo homoousios [da mesma substância] postulada como artigo de fé no credo, e posteriormente ratificada no Concílio de Constantinopla em 381 com a plena divindade da hipóstase [Pessoa] do Espírito Santo com a fórmula de um só Deus em Três Pessoas coiguais, coeternos e consubstanciais.
A Trindade é Una. Não professamos três deuses, mas um só Deus em Três Pessoas. Ensinou o Concílio II de Constantinopla em 553: as Pessoas divinas não dividem entre si a única divindade, mas cada uma delas é Deus por inteiro.
As Três Pessoas são distintas em suas relações de origem, questão firmada no quarto Concílio de Latrão em 1215: “É o Pai quem gera o Filho que é gerado e o Espírito Santo quem realiza”. Fórmula enobrecida no Concílio de Florença em 1441: “O Pai está todo no Filho, todo no Espírito Santo. O Filho está todo no Pai e todo no Espírito Santo. O Espírito Santo está todo no Pai e todo no Filho. Ninguém precede o outro em eternidade ou o excede em grandeza ou sobrepuja em poder”.
O entrelaçamento da Comunidade de amor exaltada na Trindade está embutido em nosso ser. Contudo, é preciso experimentá-la ao extremo de nossa capacidade de compreensão e adoração. As palavras de São João da Cruz exprimem este sentimento: “Esta espessura de sabedoria e ciência de Deus é tão profunda e imensa, que, por mais que a alma saiba dela, sempre pode penetrá-la mais profundamente”.
Especificamente a palavra Trindade não aparece na Bíblia, mas Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo são Uno e Trino e possuem a mesma natureza divina, igualmente em grandeza, sabedoria, poder, bondade e santidade. São as manifestações e o modo de revelação que os diferenciam na história [no chão da vida — na humanidade], os Três no Pai criam; os Três no Filho anunciam o Reino e o amor; os Três no Espírito Santo promovem, impulsionam e comunicam tudo isso. Os Três estão sempre presentes em forma de comunidade de amor e de misericórdia entre nós. “Nada na Santíssima Trindade é realizado sem a comunhão das Três Pessoas” (BOFF, 2000, p. 36).
Conforme a CNBB (Sou Católico, 2012, p. 107), “o ser humano está eternamente mergulhado no amor de Deus. Nele vivemos, existimos e nos movemos, dizia São Paulo” (At 17,28). Na economia da redenção experimentada sem distinção direta por uma Pessoa da Trindade, mas, sim, estando perfeitamente unidas na identidade de uma mesma natureza, degustamos e partilhamos o infinito amor Trinitário projetado para nós.
Boff (2000, p. 37) nos apresenta uma contemplação ainda maior sobre a capacidade humana do cristão em se relacionar e se movimentar em três sentidos: na vertical, no meio/dentro e na horizontal. Na vertical buscando do alto todas as graças do Pai. No meio/dentro, cheio dos dons do Espírito Santo — provendo ânimo para caminhar na horizontal contemplando o amor para todos, assim como Jesus o fez.
Aprouve a Deus, na sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade (Ef 1,9), mediante o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, têm acesso no Espírito Santo ao Pai e se tornam participantes da natureza divina (Ef 2,18; 2Pd 1,4). Em virtude desta Revelação, Deus invisível (Cl 1,15; 1Tm 1,17), no seu imenso amor, fala aos homens como a amigos (Ex 33,11; Jo 15,14-15) e conversa com eles (Br 3,38), para convidá-los e admitir a participarem da sua comunhão (Dei Verbum, n. 2).
Ladaria (1998, p. 23-24) expõe o pensamento de Karl Rahner: até o século XIX as matérias relacionadas diretamente ao homem ainda estavam fragmentadas. Mas no processo natural de evolução da Teologia, em 1957, num artigo dele com o título Antropologia teológica, mesmo sendo ainda uma disciplina inexistente, sinalizou para uma antropologia completa, partindo do ponto de vista originário que é a “consciência do homem cristão de saber-se pessoalmente interpelado por Deus, com a palavra de sua absoluta autocomunicação, livre e misericordiosa, em sua própria vida”.
A Constituição Pastoral Gaudium et Spes, n. 12, põe o homem e sua dignidade [Ser holístico] no centro da concepção cristã, na condição de ser criado à imagem e semelhança de Deus-Trino. Isto significa a capacidade de conhecer e amar o Criador e a capacidade de relacionar-se com Ele de corpo e alma, coração, consciência, inteligência e vontade.
A ação do entrelaçamento [pericórese] da Trindade em união à nossa vida é apontada pelo Papa Francisco em sua Constituição Apostólica Veritatis Gaudium, n. 1, destacando efetivamente que a verdade não é uma ideia abstrata. Jesus, o Verbo de Deus, sob a luz do Espírito Santo, revela o homem a si mesmo, fazendo-o descobrir sua mais sublime vocação de criatura. “Chegamos a ser plenamente humanos, quando somos mais do que humanos, quando permitimos a Deus que nos conduza para além de nós mesmos a fim de alcançarmos o nosso ser mais verdadeiro” (Evangelii Gaudium, n. 8).
A dimensão “espiritual” do homem que conhecemos não vem só da alma como realidade ontológica, mas também do chamado, no Espírito de Deus, do espírito à comunhão com Ele (LADARIA, 1998, p. 70). “O homem é desde o começo um ser chamado pelo Espírito de Deus, e por esse mesmo chamado constituído como alma espiritual” (idem, ibidem, p. 71).
Entrelaçados por esse amor-Trino, vivemos nossa gloriosa experiência pascal, coroados pela Misericórdia da Santíssima Trindade — mistério central da fé e da vida cristã. De acordo com Queiruga (2011, p. 84), “tudo na vida é verdadeiramente divino quando é verdadeiramente humano”.
Quanto mais humanos, mais divinos nos tornamos sendo criatura entre criaturas no mundo de Deus. No pensamento de Ladaria (2012, p. 20), a necessidade da revelação na convivência entre o divino e o humano funda-se unicamente no fim glorioso a que Deus destina o homem. “O conhecimento que vem da revelação, que o homem aceita pela fé, é, segundo a terminologia de São Tomás, sacra doctrina” (LADARIA, 2012, p. 20).
Envolvidos por manifestações divinas experimentadas humanamente no dia a dia entre alegrias e tristezas — convivemos com o próximo e com a Santíssima Trindade. “Não se pode encontrar Deus fora do mundo onde estamos, seria fantasia. E neste mundo somos chamados a dar a razão da nossa esperança. E o que é dar razão da nossa esperança se não se deixar guiar pela força do Espírito e trilhar o caminho do Reino, assim como o homem de Nazaré?” (Teólogo – Professor Doutor Cesar Kuzma).
É preciso cristianizar nossa compreensão de Deus. Deus é sempre a comunhão das três divinas Pessoas. Deus-Pai nunca está sem o Deus-Filho e o Deus-Espírito Santo. Não é suficiente confessar que Jesus é Deus. Importa dizer que Ele é o Deus-Filho do Pai junto com o Espírito Santo. Não podemos falar de uma pessoa sem falar também das outras duas (BOFF, L. 2000, p. 27).
Quem está em Cristo é uma nova criatura e consegue viver em comunhão com Deus; as relações consigo mesmo, com os outros e com o mundo se transformam à luz de sua relação com Deus, a ponto de poder afirmar como o apóstolo Paulo: “Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim (Gl 2,20)” (CNBB, Sou Católico, 2012, p. 57-58).
Esse modelo de “experiência transformadora de Deus” está presente nas confissões de Santo Agostinho (2015, p. 169, No VII livro, ele entra no tema “Dificuldade em conceber a essência de Deus”. Ele nem cita a Trindade, o problema dele era com Deus mesmo — sua Essência. Ele faz um desabafo de alguém passando da fase da juventude caminhando para a maturidade, porém, com a mente perturbada não conseguia ver claramente nem ele mesmo, seu pensamento não ia além das coisas possíveis ao alcance dos olhos. Seu coração travava uma luta entre o bem e o mal por ele vivido (AGOSTINHO, 2015, p. 191). Ele entra numa gradual ascensão na descoberta de Deus, e mesmo ignorando Cristo mediador seu processo de conversão só começou a implodir com a benéfica leitura de São Paulo, mesmo com questionamentos (idem, ibidem, p. 197): “Que fará este homem de miséria? Quem o libertará deste corpo de morte, senão a tua graça, por meio de Jesus Cristo Senhor nosso, que geraste coeterno e criaste desde o princípio dos teus caminhos?”
No livro VIII Conversão (ibidem p. 201), escreve: “Meu Deus, faze que eu recorde tua misericórdia para comigo e a proclame para agradecer-te”. “Tuas palavras se gravaram em meu coração, e tu me procuravas por toda parte”. ”Eu agora não desejava ter maior certeza sobre ti, e sim estar mais firmemente unido a ti”. Na busca do Pai encontrou o Filho e na revelação do Espírito Santo encontrou o amor incondicional dos Três [Mago Dei] Deus Dentro — imagem e semelhança.
Com essa confissão de Agostinho, o objetivo é nos colocarmos semelhantes para conceber que, assim como nossa vida, o encontro com Deus, com Cristo Jesus, com o Espírito Santo e a conversão, são processos evolutivos de crescimento e abertura para Graça. “A presença de Deus no homem significa para este a criação de seu espaço vital, a possibilitação de sua liberdade, o alimento de sua realização” (QUEIRUGA, 2011, p. 50).
O homem precisa ser decisivo e consciente de si mesmo — de sua existência. Precisa conhecer-se como integrante do Plano de Amor de Deus-Trino para, racionalmente, cheio do Espírito Santo, transcender sua alma/espírito/coração ao esplendor dos “Reinos de Deus”: terreno e eterno, e por eles, em mansidão, viver essa dádiva. Disse Santo Agostinho: “Deus é onipotente, mas a sua onipotência é SERVA HUMILDE do seu Amor Eterno”.
Deus age na mesma ação da criatura, e essa age sustentada pela ação divina, a qual é de ordem transcendente e só toma corpo empírico agindo através daquela, que por sua vez só existe enquanto apoiada na divina: agimos porque Deus age (ordem transcendente); e Deus age de maneira eficaz no mundo porque agimos nós (ordem categorial) (QUEIRUGA, 2011, p. 131).
O conceito do Frei Clodovis Boff ilustrado em um de seus artigos de opinião é bem acordante com o exposto acima. Ele usa o termo panenteísmo, proposto por Frederick Krause (1781-1832), fascinado pelo fulgor divino do universo, para confessar que Deus está em tudo e tudo está em Deus. Diferentemente do panteísmo [heresia], onde tudo é Deus e “Deus é tudo”, como exemplos o mal, a pedra, o mar, nós, a natureza, uma bola, etc. As coisas são o que são, no entanto, Deus está nas coisas e as coisas estão em Deus por causa de seu ato criador. [Deus está em todas as coisas, não, por certo, como parte da essência ou como acidente de cada uma delas, mas como o agente está presente ao que aciona. São Tomás de Aquino, Suma Teológica]. Deus “É” ato puro e não depende da criação. “Deus vem misturado com todos os processos, sem perder-se dentro deles”.
“Em nível ontológico, Deus não age aqui ou ali, antes, agora ou depois. Não por deficiência, porém, muito pelo contrário: porque já está, sempre em tudo, fazendo ser e agir, potenciando cada criatura para que seja ela mesma, libertando cada pessoa para que possa realizar-se” no Espírito de Cristo Jesus (QUEIRUGA, 2011, p. 169).
Alguns teólogos mais experientes defendem a tese de que o Espírito Santo é o provedor na Criação — na tri-unidade de Deus e de Cristo. Mas como o Mistério de Deus não cabe em nossa mente, as Três Pessoas por meio da vida de Jesus até à cruz, sustentada pela força do Espírito, mostra como o Espírito é o unificador: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46). “Há um só Corpo e um só Espírito, assim como é uma só a esperança da vocação a que fostes chamados; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, por meio de todos e em todos” (Ef 4, 4-6).
Ungidos pela Trindade, quem nos revela o Pai e o Filho é o Espírito, dando sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade, temor de Deus, é Luz para nos guiar no Caminho da Verdade da Vida. Somar estes 7 dons do Espírito Santo aos 9 frutos do Espírito: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra estas coisas não existe lei” (Gl 5,22-23). Existe amor, existe Cristo Jesus para, na Graça Plena do Pai, o Céu se abrir em dádivas.
Como exposto no início, chegamos aqui sem teses conclusivas e sem as colocações de “pontos finais” sobre as questões da Trindade em si, ou de cada Pessoa — as revelações têm sido diárias desde que o homem teve seu primeiro relacionamento com Deus. Todo cristão tem disponível milhares de escritos sobre a Trindade, inclusive Cristologia e Pneumatologia, entre eles documentos da Igreja, livros, artigos científicos e tantos outros. Quem deseja aprofundar os conhecimentos, fontes não nos faltam.
Mas com humildade o resumo é simples: “É” Deus Uno e Trino. É Mistério revelado pelo Seu Espírito. É amor incondicional e pura Misericórdia. É Graça. É Cristo. É Vida. E é nesta vida dada a nós unicamente por Amor é que podemos e devemos realizar a gloriosa “experiência” Redentora da Trindade Santa. Deus e o homem — dois mistérios, um no coração do outro.
Se durante as leituras não conseguiu perceber como estamos envoltos com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo, e como Eles nos permeiam desde sempre, bem atento a esta peculiaridade, leia tudo novamente. Percebendo isso, nem é preciso grandes estudos para emergir nessa Gloriosa Relação de Amor. Basta viver o modelo de “fé adulta” e, repleto de paz, sorrir para o maravilhoso mundo de Deus-Trino.
Com fé e razão, o essencial é acolher e contemplar; exaltar e partilhar a Santíssima Trindade, sempre, em tudo! Inclusive nas orações de petição como nas de agradecimentos e no próximo também.
Cheio do Espírito Santo, extasiado pela Graça de um novo e ardente Pentecostes, repleto do amor incondicional e da Misericórdia das Três Pessoas Divinas, permita-se renovar o Cenáculo do seu coração.
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo
Referência
AGOSTINHO, Santo. Confissões. São Paulo: Paulus, 2015.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2002.
BOFF, Leonardo. A Santíssima Trindade é a melhor comunidade. Petrópolis: Vozes, 2000.
CNBB. Sou católico: vivo minha fé. São Paulo: Edições CNBB, 2012.
DOCUMENTOS DO CONCÍLIO VATICANO II. Constituição Dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina; Constituição Pastoral Gaudium et Spes sobre a Igreja no mundo de hoje. São Paulo: Paulus, 2014.
FRANCISCO, Papa. Constituição apostólica Veritatis Gaudium sobre as universidades e as faculdades eclesiásticas. São Paulo: Edições CNBB, 2018.
FRANCISCO, Papa. Exortação apostólica Evangelii Gaudium sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. São Paulo: Paulinas, 2013.
LADARIA, Luis F. Introdução à antropologia teológica. São Paulo: Loyola, 1998.
LADARIA, Luis F. O Deus vivo e verdadeiro: o mistério da Trindade. São Paulo: Loyola, 2012.
QUEIRUGA, Andrés Torres. Recuperar a criação: por uma religião humanizadora. São Paulo: Paulus, 2011.
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