A não violência teve sucesso em Minneapolis. Artigo de Tonio Dell'Olio

Foto: Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • ​Sociólogo analisa a conjuntura eleitoral e os possíveis desfechos da eleição de domingo. “Diria que hoje, para sermos mais conservadores na análise, os dois vão para o segundo turno com um viés de alta para o Lula”

    Eleições 2026: “Brasil pode entrar numa rota de conflito interno e de ingovernabilidade radical”. Entrevista especial com Rudá Ricci

    LER MAIS
  • Pesquisadores comentam dados iniciais do pleito e tendências para o 2º turno

    1º turno das eleições de 2026 é marcado por metamorfoses, tecnonepotismo e insatisfação. Entrevista especial com Tatiana Vargas-Maia e Ricardo Costa de Oliveira

    LER MAIS
  • O candidato de extrema-direita Flávio Bolsonaro derrota Lula no primeiro turno das eleições no Brasil. Artigo de Bernardo Gutiérrez

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Fevereiro 2026

Às vezes, não percebemos os sucessos das estratégias não violentas. Ou seja, não se destaca o quanto foi conquistado graças a movimentos populares amplos e organizados que se opuseram, de forma não violenta, aos abusos de poder e à violência.

O artigo é de Tonio Dell'Olio, padre italiano, jornalista e presidente da associação Pro Civitate Christiana, publicado por mosaicodipace.it, de 13-02-2026. A tradução é de Luisa Rabolini. 

Eis o artigo. 

Recentemente, Tom Homan, responsável pelas políticas de fronteiras de Trump, anunciou oficialmente que a operação envolvendo a presença do ICE em Minnesota está praticamente concluída e que os policiais estão se desmobilizando. Naturalmente, o governo Trump fala de sucesso, afirmando que Minnesota agora é "um estado a menos santuário para criminosos". A verdade é que a pressão popular havia se reforçado e espalhado, obrigando a um recuo.

Agora, porém, não se pode afrouxar, também porque, além de Renée Good e Alex Pretti, as duas pessoas assassinadas durante os protestos, as operações causaram graves danos e traumas à comunidade de Minneapolis. Não se pode afrouxar e garantir que o que aconteceu lá não se repita em outros lugares. Basta pensar que, no Congresso daquele país democrático, a oposição sequer consegue condicionar o "sim" ao refinanciamento das missões do ICE a critérios básicos, como a exigência de mandados judiciais para a realização das buscas e a identificabilidade e o reconhecimento dos agentes, que devem atuar com o rosto descoberto. Enquanto isso, em Minneapolis, a não violência marcou um ponto a seu favor.

Leia mais