Mpox: França em ‘estado de vigilância máxima’

Foto: NIAID | Fotospúblicas

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Agosto 2024

O primeiro-ministro francês Gabriel Attal declarou na sexta-feira (16), “estado de vigilância máxima” em todo o território nacional devido ao atual surto de mpox na África, outrora denominada varíola dos macacos.

A reportagem é de Edu Montesanti, enviada pelo autor ao Instituto Humanitas Unisinos - IHU

A decisão ocorreu dois dias depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado o vírus mpox “emergência de saúde pública global”. Um dia após o contágio de um cidadão na Suécia, recém-chegado da África ao país escandinavo, e no mesmo dia em que um novo caso de mpox foi detectado no Paquistão, primeiro diagnóstico do vírus na Ásia.

Attal publicou em sua conta no X que, após reunião com a ministra de Trabalho, Saúde e Solidariedade, Catherine Vautrin, e com o ministro de Saúde e Prevenção, Frédéric Valletoux, “colocamos nosso sistema de saúde em vigilância máxima”.

E indicou ainda que serão introduzidas na França “novas medidas e recomendações de informação” para as pessoas que viajam a zonas de risco, e solicitou às autoridades de saúde de seu país que decidam “atualizar as recomendações de vacinação” relativas às “populações-alvo”.

Segundo so sítio de notícias francês 20 Minutes, ficou decidida uma “doação de vacinas aos países mais afetados”, a pedido do presidente francês Emmanuel Macron, e que na segunda-feira (19) realizaria nova reunião entre o primeiro-ministro e o referido ministério do país gálio.

Leia mais