“Povo que não tem virtude acaba por ter escravos”. Comentário de Fernanda Frizzo Bragato

Foto: João Miguel Rodrigues / unsplash

Mais Lidos

  • Leão XIV proclama o segredo mais bem guardado da Igreja Católica em ‘Magnifica Humanitas’. Artigo de Thomas Reese

    LER MAIS
  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Lefebvrianos, a Santa Sé formaliza o cisma: "As portas se abrem para os fiéis que não aderirem"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Março 2023

Explorar trabalho escravo já seria o bastante, não apenas para configurar crime e grave violação de direitos humanos, mas também para envergonhar e constranger o empresariado ligado ao setor vinícola. Mas, ao que parece, eles não se sentiram nem um pouco constrangidos.

O comentário é de Fernanda Frizzo Bragato, pesquisadora Produtividade em Pesquisa CNPq, possui graduação em Direito – UFRGS, mestrado e doutorado em Direito – Unisinos (com período sanduíche no Birkbeck College, da Universidade de Londres), pós-doutorado no Birkbeck College. É professora e pesquisadora do PPG em Direito da Unisinos.

Associação de classe e vereador publicamente buscaram justificar a atrocidade cometida apelando para discursos de cunho racista e classista. Fica visível em seus pronunciamentos a falsa ideia de superioridade moral e a atribuição de inferioridade a pessoas nordestinas e de baixa renda, a justificar até mesmo a escravidão. Vejam como a supremacia branca é perniciosa e imoral. Esse episódio reforça ainda mais a necessidade da alteração da estrofe do hino rio-grandense que diz: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”, para: “POVO QUE NÃO TEM VIRTUDE ACABA POR TER ESCRAVOS”.

Foto: Mídia Ninja

Acompanhe algumas reações sobre o assunto no Twitter

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leia mais