“Violência sexual como arma na guerra. Por que tanta crueldade?”, pergunta o arcebispo greco-católico de Kiev

Mais Lidos

  • “O mundo da educação foi sobrecarregado e perturbado pelo surgimento do ChatGPT”. Discurso do cardeal José Tolentino de Mendonça

    LER MAIS
  • O “Filioque” e a história. Artigo de Flávio Lazzarin

    LER MAIS
  • Genocídio Yanomami em debate no IHU. Quanta vontade política existe para pôr fim à agonia do povo Yanomami? Artigo de Gabriel Vilardi

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

25 Mai 2022

 

No encontro “Ucrânia: uma paz a ser construída” organizado em Milão pela Fundação Ambrosianeum, Instituto Auxológico e a Universidade Católica de Milão, ressoou o testemunho do chefe da Igreja Greco-Católica, Svjatoslav Shevchuk.

 

A reportagem é publicada por Agência SIR, 23-05-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

“As vítimas se fazem apenas uma pergunta: por quê? E é a mesma pergunta que eu me faço e todos nós devemos nos fazer. O primeiro ponto do manifesto do genocídio ucraniano foi a negação da existência do povo ucraniano. Professores, desportistas, artistas, simples civis que falavam ucraniano eram humilhados e condenados à morte pelas tropas russas. O uso da violência sexual como arma: mulheres e crianças estupradas, homens mutilados, valas comuns. Estupros feitos em público, para humilhar publicamente pessoas que devem ser educadas, estupros para intimidar. Os soldados russos receberam não apenas permissão para estuprar, mas também ordem para o fazer”.

 

“Por trás disso, não há apenas uma estratégia militar, mas uma ideologia contra a humanidade e a história, pela qual é necessário rezar e mudá-la. Temos dificuldade em encontrar uma resposta e precisamos da ajuda de todos para superar essa ideologia de morte. Somente juntos, com a ajuda de Deus, conseguiremos superar esse desafio”, afirmou Shevchuk, em conexão remota.

 

“A paz é o único instrumento que todos somos chamados a invocar e construir juntos, porque é a única salvação - acrescentou o arcebispo de Milão Mario Delpini, durante o evento -. A paz é um sistema de relações positivas, construtivas. É justamente a relação entre as pessoas que é o princípio da paz, um princípio segundo o qual homens e mulheres, irmãos e irmãs são chamados a viver juntos segundo o princípio da harmonia e não da destruição”.

 

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

“Violência sexual como arma na guerra. Por que tanta crueldade?”, pergunta o arcebispo greco-católico de Kiev - Instituto Humanitas Unisinos - IHU