Brasil perdeu 34,5 mil leitos de internação entre 2009 e 2020

Foto: PMPA/Anselmo Cunha

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24 Março 2020

Da pandemia de H1N1, em 2009, até a chegada do novo coronavírus, neste ano, o Brasil perdeu 34,5 mil leitos de internação. Estes espaços são destinados a pacientes que precisam ficar por mais de 24 horas dentro de um hospital e, pelas previsões de autoridades de saúde, poderão atender uma boa parte dos casos mais graves da doença, cerca de 20% do total, nos próximos meses.

A reportagem é de Mateus Vargas, publicada por O Estado de S. Paulo, 23-03-2020.

Em números totais, os leitos de internação no País caíram de 460,92 mil para 426,38 mil no intervalo que separa as duas pandemias. A queda ocorreu em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a redução chegou a 48,53 mil espaços de atendimento. No mesmo período, a rede privada apresentou um salto de cerca de 14 mil leitos, um aumento considerado baixo por especialistas do setor.

Segundo a reportagem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um a três leitos de UTI para cada 10 mil habitantes como ideal. Hoje, o SUS tem cerca de um leito para cada 10 mil habitantes.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

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