Cinco anos depois de Lampedusa, Francisco celebrará missa pelos migrantes

Papa Francisco com báculo de madeira em Lampedusa. Foto: Ciro Fusco | EPA

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Julho 2018

Cinco anos depois da primeira viagem fora dos muros vaticanos, em 8 de julho de 2013, para a Lampedusa, coração do Mediterrâneo, Francisco celebrará uma missa pelos migrantes nesta sexta-feira, 6 de julho.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada em La Repubblica, 05-07-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A celebração ocorrerá no Altar da Cátedra, na Basílica de São Pedro. “Será um momento de oração pelos falecidos, pelos sobreviventes e por aqueles que os assistem. Está prevista a presença de cerca de 200 pessoas, incluindo refugiados e pessoas que cuidam deles”, explica o diretor da Sala de Imprensa vaticana, Greg Burke.

Entre estes, com toda a probabilidade, estarão os dirigentes da Open Arms, a ONG espanhola que criticou o fechamento dos portos italianos, e ONGs de outros países europeus. E o Centro Astalli, o serviço jesuíta para os refugiados muito próximo de Francisco.

O papa, também durante a recente viagem a Genebra, pregou a necessidade da prudência no exercício da acolhida. Que significa fazer de tudo para acolher sem abrir mão das próprias prerrogativas organizacionais.

Também nesta sexta-feira, em Pozzallo, ocorre uma vigília de oração em memória aos migrantes mortos no mar. Ela será organizada pela diocese de Noto, pela Cáritas, pela fundação Migrantes e pela associação We Care, em colaboração com a prefeitura.

Nessa quarta-feira, 4, Francisco recebeu em audiência Andrea Riccardi, fundador da Comunidade de Santo Egídio. Entre os temas da conversa, também estavam os corredores humanitários.

Leia mais