Indígenas ocupam escritório da Norte Energia durante protesto em Altamira

Imagem: Marcelo Salazar/ISA

Mais Lidos

  • Jesuíta da comunidade da Terra Santa testemunha o significado da celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo em uma região que se tornou símbolo contemporâneo da barbárie e do esquecimento humano

    “Toda guerra militar é uma guerra contra Deus”. Entrevista especial com David Neuhaus

    LER MAIS
  • O sentido da cruz de Cristo: superação da lógica sacrificial expiatória como consequência do amor radical a Deus e à humanidade. Artigo de Elias Wolff

    LER MAIS
  • A ressurreição no meio da uma Sexta-feira Santa prolongada. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Dezembro 2016

Escritório de assuntos indígenas da empresa foi ocupado nesta terça, 29. Ações cobradas em aldeias estão dentro de cronograma, diz a Norte Energia.

A reportagem é publicada por G1rural, 30-11-2016.

Índios da etnia Juruna ocupam desde a manhã desta terça-feira (29) em Altamira, no sudoeste do Pará, o prédio do Escritório de Assuntos Indígenas da Norte Energia, empreendedora da usina hidrelétrica de Belo Monte. Os manifestantes afirmam que não têm prazo para deixar o escritório e ameaçam ocupar também o prédio da funai.

Os indígenas denunciam atrasos em obras da Norte Energia nas aldeias e cobram melhorias estruturais nas localidades afetadas pela construção da usina. Em nota, a Norte Energia afirma que as ações nas aldeias afetadas estão dentro do cronograma estabelecido no licenciamento ambiental.

Segundo as reivindicações dos índios, as melhorias estruturais cobradas no protesto desta terça deveriam ter sido executadas em 2001, mas não foram concluídas. Os juruna reclamam ainda das condições da água nas aldeias e da invasão de terras indígenas por grupos reassentados pela Norte Energia.

Leia mais