Padre italiano é excomungado por chamar Francisco de “usurpador”

Papa Francisco (Fonte: Flickr)

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Janeiro 2024

  • Um sacerdote da paróquia italiana de Guasticce foi excomungado por afirmar que Francisco “não é o papa”, mas “um usurpador” durante a homilia na missa de fim de ano, confirmou o episcopado de Livorno.

  • Guidetti, que já foi destituído do cargo de pároco, afirmou durante o sermão de 31 de dezembro, primeiro aniversário da morte de Bento XVI, que Francisco é um “maçom jesuíta ligado às potências mundiais”.

  • No comunicado, a diocese de Livorno pediu aos seus sacerdotes e fiéis “que não participem em quaisquer celebrações ou outras práticas de culto do sacerdote sancionado porque isso implicaria “a pena gravíssima de excomunhão”.

A informação é publicada por Religión Digital, 02-01-2024.

Um sacerdote da paróquia italiana de Guasticce, no norte do país, foi excomungado por afirmar que Francisco “não é o papa”, mas “um usurpador” durante a sua homilia na missa de fim de ano, confirmou o episcopado de Livorno num comunicado.

Dom Simono Giusti decretou a excomunhão ‘latae sententiae’, ou seja, não reservada aos pontífices, contra o sacerdote acusado destes acontecimentos, Ramon Guidetti, alegando que cometeu publicamente um ato de natureza cismática.

Guidetti, que já foi destituído do cargo de pároco, afirmou durante o sermão de 31 de dezembro, primeiro aniversário da morte de Bento XVI, que Francisco é um “maçom jesuíta ligado às potências mundiais”, segundo a imprensa local.

Em sua homilia, ele explicou que um raio atingiu recentemente uma estátua de São Pedro em um santuário perto de Buenos Aires, cidade natal do pontífice, e que o raio carbonizou a auréola e as chaves da escultura.

“A auréola, porque Pedro não é mais santo (…) E as chaves porque o bom Bento – falando de Ratzinger – as guardou”, disse o padre.

No comunicado, a diocese de Livorno pediu aos seus sacerdotes e fiéis “que não participem em quaisquer celebrações ou outras práticas de culto do sacerdote sancionado porque isso implicaria “ipso facto a pena gravíssima de excomunhão”.

Leia mais