As condolências da CEI pela morte da irmã Maria De Coppi

Imagem: Sede da Conferência Episcopal Italiana | Foto: ChiesaCattolica.it

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08 Setembro 2022

 

A dor pela morte da Irmã Maria De Coppi foi expressa por várias partes. 

 

A mensagem é do cardeal Matteo Zuppi, presidente da Conferência Episcopal Italiana, publicada em 07-09-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

"Expresso profundas condolências às Irmãs Missionárias Combonianas e à Diocese de Vittorio Veneto pela morte da Irmã Maria De Coppi, morta em um atentado terrorista em Chipene, Moçambique. Depois da Irmã Luisa Dell'Orto, Irmãzinha do Evangelho de Charles de Foucauld, falecida em 25 de junho no Haiti, choramos por outra irmã que com simplicidade, dedicação e no silêncio ofereceu a sua vida por amor ao Evangelho.

 

 

Mapa de Cabo Delgado. (Fonte: Pontifícias Obras Missionárias/Divulgação)

 

 

Mapa de Moçambique. (Fonte: Wikimedia Commons)

 

Rezemos pela Irmã Maria que durante sessenta anos serviu Moçambique, que se tornou a sua casa. Que o seu sacrifício seja semente de paz e reconciliação numa terra que, depois de anos de estabilidade, é novamente flagelada pela violência, causada por grupos islamistas que há alguns anos semeiam terror e morte em vastas áreas do norte do país".

 

O funeral da Irmã Maria

 

Irmã Maria de Coppi

 

"As coirmãs de Irmã Maria se colocaram em viagem para chegar a Chipene e buscar seu corpo para enterrá-lo em outra missão", disse à Agência S. Exa. Mons. Inácio Saure, Arcebispo de Nampula, da qual a diocese a que se reporta a missão de Chipene, Nacala, é sufragânea.

 

Instabilidade da província

 

A província de Nampula juntamente com a de Cabo Delgado é vítima da instabilidade provocada pela presença de grupos terroristas que estão ligados ao Estado Islâmico. Enquanto em Cabo Delgado se concentravam as operações dos militares do Ruanda e de outras nações que vieram apoiar os soldados moçambicanos, a província de Nampula assistiu ao ressurgimento dos ataques jihadistas nos últimos meses. “Na realidade - conta Mons. Saure - os grupos jihadistas continuam a operar também em Cabo Delgado, mas na nossa província os ataques obrigaram a população a fugir. Não sabemos quantas pessoas se refugiaram na floresta. É uma tragédia terrível e ainda difícil de quantificar."

 

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