Três milhões de pessoas morrendo de fome no norte do Quênia

Fonte: Religión Digital

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • A emergência de uma cultura livre na era da IA depende de restituir os comuns digitais que hoje vêm sendo capturados sem nenhuma contrapartida por parte das grandes plataformas digitais

    Desnaturalizar a IA é trazer à superfície sua estrutura fundada no trabalho comum. Entrevista especial com Leonardo Foletto

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

28 Abril 2017

“Os animais, as pessoas... morrem de fome”, alertam os missionários salesianos que trabalham no norte do Quênia, onde cerca de três milhões de pessoas necessitam de ajuda urgente. A seca é a causa para que a situação de milhares de pessoas seja crítica.

A informação é de Missões Salesianas, publicada por Religión Digital, 27-04-2017. A tradução é do Cepat.

“Faz mais de um ano que não chove na região. Todos os dias morrem animais e as pessoas caminham até 10 km para encontrar água potável. Também não há comida e as pessoas morrem de fome”. Esta é a grave situação que nos repassa o missionário salesiano Luke Mulayinkal, que trabalha na região.

Os missionários salesianos de Korr já realizaram várias distribuições de comida e água potável, na região, para uma população que sofre a seca há mais de um ano.

“Chegamos a distribuir alimentos para mais de 4.800 lares que se encontravam em situação muito grave. Foram distribuídos mais de 260 quilos de milho, ao redor de 200 quilos de feijão, mais de 4.800 litros de óleo e também milhares de litros de leite e água”, explica Mulayinkal.

Além disso, na missão, estão sendo distribuídos pratos de comida para meninos, meninas e jovens. “Muitos deles não têm nada para comer... e esperamos poder continuar lhes ajudando”, disse o salesiano.

“Muitos meninos e meninas estão ficando doentes por não beber água limpa e pela falta de alimento. Nossa clínica está a 100% e trabalha dia e noite para ajudar os enfermos e os que mais necessitam”, acrescenta o missionário. A situação da população é cada dia mais crítica, sobretudo para aqueles que são mais pobres.

Desde Missões Salesianas, pedimos que não sejam esquecidas as mais de três milhões de pessoas que necessitam de ajuda com urgência.

Leia mais