Trump cogita encerrar guerra contra o Irã mesmo sem liberar Estreito de Ormuz, segundo o Wall Street Journal

Foto: Molly Riley | White House | Fotos Públicas

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31 Março 2026

Pressionado por custos e calendário eleitoral, presidente dos EUA estuda limitar alvos e transferir a aliados a responsabilidade por desbloquear a rota do petróleo no Irã.

A informação é publicada por Agenda do Poder, 31-03-2026.

O presidente Donald Trump sinalizou a assessores a intenção de encerrar a ofensiva militar contra o Irã, informou o Wall Street Journal nesta segunda-feira (30). A decisão ocorreria mesmo sem a reabertura do Estreito de Ormuz, rota vital que movimenta grande parte do petróleo mundial e segue bloqueada por Teerã.

O recuo estratégico baseia-se no risco de o conflito ultrapassar o prazo de seis semanas estipulado pela Casa Branca.

Os pontos centrais da nova estratégia:

  • Foco militar restrito: A prioridade passa a ser o enfraquecimento da marinha iraniana e a destruição de arsenais de mísseis, em vez de uma ocupação prolongada.
  • Pressão sobre aliados: Caso o bloqueio persista, Washington deve exigir que países da Europa e do Golfo assumam o protagonismo na desobstrução da via marítima.
  • Risco econômico e eleitoral: A alta nos preços do combustível e os impactos na economia global preocupam o governo em pleno ano de eleições para o Congresso americano.

Cenário de incerteza

Apesar das discussões de bastidores por uma desescalada, o discurso público de Trump permanece agressivo. Nesta segunda, o presidente ameaçou atingir a infraestrutura energética iraniana caso não haja avanços diplomáticos.

Paralelamente, os EUA mantêm o reforço militar no Oriente Médio, incluindo o envio de navios de assalto e paraquedistas. O jornal também revelou que o Pentágono estudou operações de alto risco para capturar estoques de urânio enriquecido em solo iraniano, embora a prioridade atual seja evitar uma guerra de longa duração.

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