Homens superam mulheres na frequência à igreja nos EUA

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16 Abril 2025

Homens estadunidenses são frequentadores mais assíduos de celebrações religiosas do que as mulheres. É o que mostra recente pesquisa do Grupo Barna, que ouviu 1.532 adultos, entre 4 e 26 de fevereiro passado. No ano passado, 30% dos homens e 27% das mulheres frequentaram a igreja toda semana.

A informação é de Edelberto Behs, jornalista.

Estimativas preliminares indicam que essa diferença vai aumentar ainda mais, com 40% dos homens indo à igreja toda semana, quando apenas 28% das mulheres o deverão fazer, contrariando a tendência apurada no período de 2000 a 2015.

A pesquisa quis saber como as pessoas entendiam o papel da igreja na sociedade. Um terço (41%) dos entrevistados discordam “definitivamente” que a igreja é irrelevante no mundo atual; 24% discordam um pouco; 13% disseram que definitivamente a igreja não é relevante.

Entre as pessoas ouvidas que professam o cristianismo, 79% discordam “definitivamente” que a igreja é irrelevante atualmente, mas 9% concordam com a assertiva; 39% de cristãos não praticantes não concordam com a irrelevância da igreja. Já entre os não-cristãos, 26% concordam definitivamente que a igreja não tem relevância e 32% concordam um pouco com a tese. Mais: 22% concordam “definitivamente” que Deus se tornou irrelevante no mundo.

Homens estadunidenses também estão recorrendo mais às Escrituras do que no passado recente, mostra a pesquisa “Estado da Bíblia” de 2025, da Sociedade Bíblica Americana: 110 milhões, ou 41% dos adultos americanos, se qualificaram como usuários da Bíblia, um por cento a menos que as mulheres adultas.

Fato é que o recurso de homens às Escrituras cresceu comparado ao ano anterior. Em 2024, o número de leitores era de 38%, quando 40% disseram que “nunca usam a Bíblia”.

A pesquisa, realizada de 2 a 21 de janeiro, ouviu 2.656 pessoas de todos os 50 estados e do Distrito de Columbia. O estudo define usuários da Bíblia pessoas que se envolvem com as Escritura por conta própria pelo menos três vezes por ano, sem considerar a participação em cultos ou missas.

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