Ucrânia. O Patriarca Kirill pede às paróquias que apoiem a guerra de Putin

Presidente russo Vladimir Putin e Patriarca Kirill (foto: wikimedia commons)

Mais Lidos

  • Leão XIV proclama o segredo mais bem guardado da Igreja Católica em ‘Magnifica Humanitas’. Artigo de Thomas Reese

    LER MAIS
  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Janeiro 2023

Um belicista de batina, um religioso de elmo: o Patriarca Russo Kirill pediu às paróquias que se mobilizassem em apoio ao exército russo.

A reportagem é publicada por Globalist Syndication, 21-01-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

“Se dissermos que a Igreja está com nosso povo, então toda congregação deve ajudar aqueles que estão na linha de frente. Temos que mobilizar os paroquianos para arrecadar bens e alimentos. Procurar oportunidades, arrecadar dinheiro, enviar pacotes, se possível ir diretamente, apoiar os militares”, disse Kirill em discurso publicado pelo Patriarcado de Moscou, de acordo com o que escreve o site Meduza.

Bandeiras da Rússia e da Ucrânia (Foto: reprodução | Public Domain Pictures)

No mesmo discurso, Kirill comparou a guerra na Ucrânia à Segunda Guerra Mundial e à invasão do exército de Napoleão em 1812, quando "praticamente toda a Europa se uniu para tentar conquistar a Rússia."

Hoje, declarou, "todo o mundo ocidental pegou em armas contra a Rússia", porque oferece "uma alternativa muito atraente" à globalização e à rejeição dos valores tradicionais.

Leia mais