Ucrânia. O Patriarca Kirill pede às paróquias que apoiem a guerra de Putin

Presidente russo Vladimir Putin e Patriarca Kirill (foto: wikimedia commons)

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Janeiro 2023

Um belicista de batina, um religioso de elmo: o Patriarca Russo Kirill pediu às paróquias que se mobilizassem em apoio ao exército russo.

A reportagem é publicada por Globalist Syndication, 21-01-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

“Se dissermos que a Igreja está com nosso povo, então toda congregação deve ajudar aqueles que estão na linha de frente. Temos que mobilizar os paroquianos para arrecadar bens e alimentos. Procurar oportunidades, arrecadar dinheiro, enviar pacotes, se possível ir diretamente, apoiar os militares”, disse Kirill em discurso publicado pelo Patriarcado de Moscou, de acordo com o que escreve o site Meduza.

Bandeiras da Rússia e da Ucrânia (Foto: reprodução | Public Domain Pictures)

No mesmo discurso, Kirill comparou a guerra na Ucrânia à Segunda Guerra Mundial e à invasão do exército de Napoleão em 1812, quando "praticamente toda a Europa se uniu para tentar conquistar a Rússia."

Hoje, declarou, "todo o mundo ocidental pegou em armas contra a Rússia", porque oferece "uma alternativa muito atraente" à globalização e à rejeição dos valores tradicionais.

Leia mais