Regras atuais da energia solar distribuída no Brasil podem gerar 672 mil empregos até 2035

Energia solar. | Foto: Divulgação

Mais Lidos

  • Após uma catástrofe, existem três caminhos, explica um dos criadores do termo resiliência: continuar como antes, votar em um ditador que promete segurança ou evoluir e renascer

    “Não se pode debater com fanáticos como Trump. Se você não pensa como ele, você é um idiota”. Entrevista com Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra

    LER MAIS
  • Sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

26 Junho 2019

Depois de sete anos da sua criação, o segmento de geração distribuída atingiu certo nível no Brasil que, caso inalterado, pode continuar gerando ganhos ao país durante os próximos anos.

A reportagem é de Ruy Fontes, publicada por EcoDebate, 25-06-2019.

Foi o que apontou o estudo realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e enviado a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que regula e monitora o segmento de geração distribuída de energia no Brasil, conhecido também como GD.

Segundo a ABSOLAR, caso sejam mantidas as atuais regras da GD, que impulsionaram a expansão do segmento nos últimos anos, o país poderia arrecadar novos 25 bilhões de reais até o final de 2027.

Mas os ganhos seriam mais que financeiros. Com a mão de obra necessária para atender as milhares de instalações anuais, o estudo também projeta 672 mil oportunidades de empregos criadas pelo segmento até 2035.

As vagas se espalhariam por todas as formas de atuação presentes na GD, como vendedores, projetistas, até aos profissionais responsáveis pela instalação dos equipamentos, como as placas e inversor, este último responsável pela conversão da corrente alternada e contínua.

O estudo foi entregue pela ABSOLAR durante Audiência Pública nº 001/2019, da Aneel, na qual foram ouvidas as contribuições da sociedade sobre os impactos das possíveis alterações a serem feitas nas regras da micro e minigeração distribuída no Brasil.

Com a expansão inalterada da energia solar, a associação ainda aponta um ganho indireto de R$13,3 bilhões para todos os consumidores de energia elétrica do Brasil, gerados pelas economias que a tecnologia proporciona ao setor elétrico, como a construção e manutenção das linhas de transmissão.

Por fim, o estudo também reforça os ganhos nacionais em saúde e sustentabilidade, estimando uma quantidade de 75,38 milhões de toneladas de CO2 a menos lançadas na atmosfera com o crescimento do segmento até 2035.

Leia mais