O Papa beija as mãos de um sobrevivente de abusos. Vídeo

Papa Francisco na Audiência Geral, em 20-02-2019. Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • ​Sociólogo analisa a conjuntura eleitoral e os possíveis desfechos da eleição de domingo. “Diria que hoje, para sermos mais conservadores na análise, os dois vão para o segundo turno com um viés de alta para o Lula”

    Eleições 2026: “Brasil pode entrar numa rota de conflito interno e de ingovernabilidade radical”. Entrevista especial com Rudá Ricci

    LER MAIS
  • O candidato de extrema-direita Flávio Bolsonaro derrota Lula no primeiro turno das eleições no Brasil. Artigo de Bernardo Gutiérrez

    LER MAIS
  • Senado bolsonarista de 2027 poderá mudar a Constituição

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

23 Fevereiro 2019

Papa Francisco demonstrou sua consideração aos sobreviventes dos casos de abusos.

A informação é publicada por Religión Digital, 22-02-2019. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

Marek Liskinski tinha treze anos quando foi abusado pela primeira vez por um sacerdote católico. “Este trauma estará comigo até o final”, explica emocionado. Não é para menos. Na quarta-feira, 20-02-2019, ao final da Audiência Geral, o papa Francisco se aproximou dele, escutou sua história e beijou suas mãos.

A imagem viralizou, e supôs um reconhecimento ao trabalho desses sobreviventes. Lisinski, membro da ONG polaca “Have no Fear” e um dos responsáveis do ECA Global, canalizou seu horror para poder ajudar a outras vítimas do abuso sexual do clero.

“A reunião com o Papa foi uma surpresa agradável”, enfatizou Lisinski. “Estava cheio de emoção, ainda que isso não resolva os problemas que tenhamos aqui, que é a luta pela tolerância zero contra a pedofilia na Igreja”.

Este é o momento em que o Papa se dirige a Lisinksi:

Leia mais