Chile. “O Papa me disse palavras de ânimo, de apoio e carinho”, diz bispo de Osorno

Foto: Ximena Navarro | Fotos Públicas

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Janeiro 2018

El cuestionado obispo de Osorno aseguró que "el Santo Padre siempre ha sido conmigo muy cariñoso y apoyador".

A su llegada a Iquique, el polémico obispo de Osorno, Juan Barros, se refirió a las palabras que le entregó el Papa. Ello, en el contexto de las protestas de un grupo de fieles osorninos que exigen la salida del religioso, quien es apuntado como encubridor de los abusos sexuales cometidos por Fernando Karadima.

“El Papa me dio palabras de ánimo. Las palabras específicas me las guardo en el corazón. Fueron de apoyo y cariño”, dijo en el aeropuerto nortino.

La información es publicada por La Tercera, 18-01-2018.

Agregó Barros que “el Santo Padre siempre ha sido conmigo muy cariñoso y apoyador. Y a uno como hijo de la Iglesia lo alegra, fortalece”.

En tanto, Francisco Javier Errázuriz, arzobispo emérito de Santiago, aseguró que lo que hay es una “polémica inventada” pues el Papa está “convencido que Barros no ha cometido ningún delito y no lo va a cambiar”.

Vea también