Chile. Relatório registra mais de 20 mortos e 9 mil pessoas presas no país

Protesto Chile. Crédito: Guilherme Gandolfi/ Mídia NINJA

Mais Lidos

  • João Pessoa/PB em “alta”: turismo, mercado imobiliário e os problemas de viver. Artigo de Sérgio Botton Barcellos e Henry Santos

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, vivemos tempos de anomalia. A sociedade pós-moderna “esfacelou as identidades sociais” e está difícil “ter uma percepção clara e objetiva do que está acontecendo”

    O momento é de ruptura dialética da historicidade social: “um eclipse total da lua”. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

31 Outubro 2019

Dados são oficiais e contabilizam o período iniciado em 19 de outubro.

A notícia é de Agência Brasil, 30-10-2019.

O surto social no Chile deixou um resultado triste de 20 mortos, centenas de feridos e 9.203 presos, de acordo com um relatório oficial divulgado ontem (29) pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos chileno.

O balanço inclui dados de mortes e feridos contabilizados a partir de 19 de outubro, quando começaram os protestos e os tumultos, e segunda-feira (28) de manhã, ou seja, não inclui os incidentes graves registrados na segunda-feira à tarde em Santiago, Concepción, Valparaíso e Antofagasta.

Nesse contexto, multiplicaram-se as queixas sobre violações de direitos humanos e violência institucional, o que levou as Nações Unidas a enviar uma missão especial ao Chile para investigá-las.

O Instituto Nacional de Direitos Humanos (NHRI) apresentou queixas para investigar os casos de cinco mortes causadas pela ação de agentes do Estado, além de outras 18 por violência sexual, 54 por tortura e mais der 50 por supostas detenções ilegais.

Leia mais