Ministro israelense Ben-Gvir visita os detidos da flotilha para insultá-los: "Eles são terroristas e defensores de assassinos"

Foto: Deda Sasha | Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Inteligência artificial e o papel das humanidades. Pensamento crítico na era algorítmica. Artigo de Carl A. Raschke

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Outubro 2025

O ministro da Segurança israelense, Itamar Ben-Gvir, visitou o porto de Ashdod na noite de quinta-feira, para onde a Marinha havia levado os ativistas da Flotilha Global Sumud, para provocá-los e insultá-los.

A informação é publicada por El Diario, 03-10-2025.

De acordo com um vídeo postado nas redes sociais, o ministro de direita gritou para os detidos, todos sentados no chão, que eles eram "terroristas" e "defensores de assassinos". "Seus navios são um desastre total", afirmou, apontando para eles e dizendo que não estavam indo a Gaza para "ajudar": "Vocês vieram para apoiar terroristas". Os ativistas responderam gritando "Palestina Livre".

Mais tarde, Ben-Gvir embarcou em um dos barcos da flotilha que o exército israelense trouxe ao porto para enfatizar a ideia de que eles não estavam transportando ajuda humanitária: "Não vejo nada aqui". "Isso tudo foi uma grande festa. Sem ajuda, sem ajuda humanitária", concluiu ele ao desembarcar do barco.

Leia mais