Schönborn, contra as ‘Memórias’ de Gänswein: “Uma indiscrição indecorosa”

Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • CIA rejeita a guerra de Trump: o Irã pode resistir ao bloqueio de Ormuz por meses

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Janeiro 2023

 

  • "Não me parece certo que tais coisas confidenciais sejam publicadas, especialmente pelo secretário pessoal", lamenta o cardeal de Viena.

  • O cardeal confirma que escreveu a Ratzinger "uma cartinha, por precaução" antes do conclave. "Sim, foi assim. Mas até agora mantive silêncio deliberadamente sobre isso", acrescentou Schönborn, visivelmente irritado, mas esclareceu que isso não faz parte do segredo de um conclave.

A reportagem é de Jesus Bastante, publicada por Religión Digital, 18-01-2023. 

As 'Memórias' de Georg Gänswein continuam a dar o que falar, uma semana após sua publicação. Enquanto se aguarda a publicação em espanhol (ainda não se sabe a editora que colocará o livro à venda em nosso país), continuam surgindo as reações aos 'segredos' contados pelo secretário do papa emérito. E nem todos positivos.

Assim, um dos protagonistas, apesar de si mesmo, do capítulo dedicado à eleição de Ratzinger como Papa, o cardeal Christoph Schönborn, qualificou o livro de Gänswein como uma "indecorosa indiscrição". Como aponta Kathpress, o arcebispo de Viena insiste que "não me parece certo que tais coisas confidenciais sejam publicadas, especialmente pelo secretário pessoal".

Schönborn, membro do seleto clube de alunos de Ratzinger que acabou fazendo parte do colégio cardinalício, aparece como a pessoa que, segundo Gänswein, encorajou o então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé a aceitar sua nomeação papal no conclave de 2005

O cardeal confirma que escreveu a Ratzinger "uma cartinha, por precaução" antes do conclave. "Sim, foi assim. Mas até agora mantive silêncio deliberadamente sobre isso", acrescentou Schönborn, visivelmente irritado, mas esclareceu que isso não faz parte do segredo de um conclave.

Leia mais