“Metaverso tem reproduzido desigualdades do mundo real”, diz especialista em direito virtual

Realidade virtual | Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Agosto 2022

 

O metaverso – ou o mundo virtual que as empresas encaram como a nova fronteira a ser explorada – tem reproduzido as mesmas desigualdades de gênero e sociais vividas no mundo real. As evidências estão nos registros de variados incidentes discriminatórios. Robôs, por exemplo, têm discriminado mulheres na concessão de limite de cartão de crédito, apesar de as clientes terem renda e cargo profissional exatamente iguais aos de homens. Também houve registros de processos de seleção no qual o robô foi “treinado” com referências sexistas de contratações feitas anteriormente.

 

A reportagem é de Cynthia Decoledt, publicada por Estadão, 16-08-2022.

 

Motivo para a distorção: de maneira geral, há baixa presença de mulheres em cargos de alta tecnologia. “Não são as mulheres que estão escrevendo os códigos fonte”, afirma a presidente do escritório especializado em direito virtual Opice Blum, Camilla Jimene. “É uma necessidade urgente que mais mulheres participem dessa construção, caso contrário, estigmas de gênero serão reforçados no ambiente virtual.”

 

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui

 

Leia mais