Carlos Nobre, cientista brasileiro é eleito membro da Royal Society

Carlos Nobre | Foto: Arquivo pessoal

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

19 Mai 2022

 

O cientista fez parte do Conselho Diretor da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira por mais de uma década e é reconhecido por seus trabalhos em temas ligados ao aquecimento global e também por estudar a Amazônia.

 

A informação é publicada por Portal Amazônia, 16-05-2022.

 

Na sexta-feira, dia 10 de maio, o climatologista Carlos Nobre, foi eleito como Membro Estrangeiro da Royal Society, uma instituição destinada à promoção do conhecimento científico. Nobre é reconhecido por seus trabalhos em temas ligados ao aquecimento global e ao estudo da Amazônia.

 

Após Dom Pedro 2º, ele é o primeiro brasileiro a entrar para a lista. Para o G1, Carlos Nobre afirmou que receber o título é uma resposta ao reconhecimento mundial da importância da Amazônia e da ciência como forma de salvar a floresta. Desde o início de sua carreira no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em 1983, ele está à frente dos estudos sobre a Amazônia. Foi ele que formulou a hipótese da “savanização” da floresta em resposta a desmatamentos.

 

Carlos Nobre também fez parte do Conselho Diretor da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira por mais de uma década.

 

O trabalho dos participantes da academia irá abranger várias disciplinas para aprofundar a compreensão sobre doenças humanas, perda de biodiversidade e as origens do Universo, e até mesmo desenvolver o uso de inteligência artificial e novas tecnologias para melhorar o armazenamento de energia.

 

*Com informações do G1.

 

Leia mais