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O Papa nomeia Jeffrey Sachs para a Pontifícia Academia de Ciências Sociais. O ataque dos conservadores: “Ele tem posições pró-aborto”

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28 Outubro 2021

 

O Papa Francisco está novamente sob ataque dos conservadores católicos. Desta vez, o ataque começa com a nomeação do novo membro ordinário da Pontifícia Academia das Ciências Sociais. Bergoglio escolheu o professor Jeffrey David Sachs, diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Columbia University, em Nova York. Uma nomeação que indignou os conservadores católicos que imediatamente definiram Sachs como "o messias do aborto e da contracepção" porque defende que uma das chaves para o desenvolvimento é a "redução das taxas de fertilidade". Uma escolha explosiva, portanto, destinada a alimentar o conflito interno da Igreja Católica entre bergoglianos e ratzingerianos.

A reportagem é de Francesco Antonio Grana, publicada por Il Fatto Quotidiano, 26-10-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

Até porque os críticos de Francisco há tempo argumentam que suas posições, principalmente nos temas éticos, são contrárias à doutrina católica, e acusam o Papa de ser herege, consequentemente não reconhecendo seu pontificado. “Sachs, agora em casa no Vaticano, - escreve o jornalista Aldo Maria Valli, desde sempre muito crítico em relação a Bergoglio - exortou repetidas vezes para legalizar o aborto como uma forma economicamente eficaz de eliminar crianças indesejadas quando a contracepção falha e definiu o aborto como uma opção válida, por ser de baixo risco e baixo custo. Obcecado pelo problema da superpopulação, chegou a argumentar que a legalização do aborto deve ser buscada porque reduz significativamente a taxa de fecundidade total de um país”.

Posição compartilhada pelo economista Benedetto Rocchi, da Universidade de Florença: “Afirmar que ele deveria ser um hóspede não tão desejável por ser um abortista poderia parecer um enrijecimento típico de um católico intransigente, focado demais nos princípios não negociáveis. O fato, porém, é que Sachs deveria ser igualmente indigesto também para aquele católico que prefere estar mais atento ao social. Não é por acaso que o economista estadunidense está na mira de grande parte da mídia progressista, que justamente reconhecem nele a exemplificação mais clássica do espírito do capitalismo”. E acrescenta: “Então, o que Jeffrey Sachs está fazendo no Vaticano? Não pode agradar aos católicos mais conservadores e não pode agradar nem mesmo aos mais inovadores. Cabe se perguntar se quem continua a convidá-lo já tenha lido as suas obras. Ou se já tenha lido a Laudato Si'”, a encíclica de Francisco dedicada ao cuidado da criação.

Por sua vez, o Papa sempre foi muito claro: “O aborto é mais do que um problema, o aborto é um homicídio. Sem meias palavras: quem faz um aborto, mata. Peguem qualquer livro sobre embriologia, daqueles que os estudantes usam nas escolas de medicina. Na terceira semana após a concepção, muitas vezes antes de que a mãe o perceba, todos os órgãos já estão lá, todos eles, até o DNA. Não é uma pessoa? É uma vida humana, ponto final. E esta vida humana deve ser respeitada. Esse princípio é muito claro, e para aqueles que não conseguem entendê-lo, eu faria duas perguntas: é certo matar uma vida humana para resolver um problema? Cientificamente, é uma vida humana. Segunda pergunta: é justo contratar um sicário para resolver um problema?”. E acrescentou: “É por isso que a Igreja é tão dura sobre esse assunto, porque, se o aceita, é como se aceitasse o homicídio cotidiano”.

O New York Times chamou Sachs de "provavelmente o economista mais importante do mundo" e a Time o colocou na lista dos 100 líderes mundiais mais influentes. Ele também foi conselheiro do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, para o desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo. Em 2005, publicou seu best-seller, com prefácio de Bono, intitulado O Fim da Pobreza. Como os países ricos poderiam eliminar permanentemente a miséria do planeta. A tese do professor é clara: a cada 24 horas, morrem no mundo 20 mil pessoas devido às condições de pobreza total em que vivem. Centenas de milhões de homens e mulheres lutam diariamente contra a fome e as doenças, enquanto os países ricos aumentam sua riqueza e domínio sobre o planeta dia após dia.

Sachs acredita que é possível erradicar a pobreza, pelo menos em suas formas mais extremas, até 2025 e com isso resolver parte dos problemas ambientais que afligem o planeta. Uma tese amplamente compartilhada por Bergoglio, desde sempre empenhado nessa direção: “Produzimos alimento suficiente para todos, mas muitos ficam sem o pão de cada dia. Isso constitui um verdadeiro escândalo, um crime que viola os direitos humanos fundamentais”.

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