Iraque. Núncio testou positivo para Covid, mas a partida de Bergoglio é confirmada

Monsenhor Mitja Leskovar, à direita. (Foto: Vatican News)

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • O triunfo do infame. Artigo de Jorge Zepeda Patterson

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

01 Março 2021

O núncio apostólico no Iraque testou positivo para Covid. Monsenhor Mitja Leskovar, que agora observará a quarentena, deveria ter acompanhado o Papa Francisco nas etapas da exigente viagem ao Iraque marcada para 5 a 8 de março, mas segundo informado pela Santa Sé não poderá fazê-lo.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada por La Repubblica, 28-02-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

Em todas as viagens internacionais, o núncio do país visitado acompanha de perto o Papa em suas etapas. Desta vez não será assim.

Leskovar observará a quarentena longe da nunciatura e não se encontrará com Francisco. Ele estará acompanhado pela comitiva de costume e será recebido em Bagdá pelo Cardeal Louis Raphaël I Sako, patriarca da Babilônia dos Caldeus.


Mapa do Iraque, em destaque as localidades que serão visitadas pelo Papa Francisco. Fonte: Universidade do Texas

Depois de amanhã está programado no Vaticano um briefing no qual serão dados todos os pormenores da viagem que o Papa deseja muito fazer para não desiludir o povo iraquiano que no passado já havia esperado em vão pela visita de João Paulo II. Os três dias de Francisco no Iraque serão particularmente intensos. O papa visitará Bagdá, Najaf (a cidade sagrada para os xiitas onde se encontrará com o aiatolá Al Sistani), a planície de Ur, Erbil, Mosul e Qaraqosh, proferindo quatro discursos, duas homilias e um Angelus.

A viagem está confirmada hoje, ainda que até ao fim haja a possibilidade de cancelamento não tanto por problemas de segurança, que são problemas importantes, mas por causa da pandemia.

Se a situação relacionada ao coronavírus no país permanecer estável, Francisco decolará regularmente do aeroporto de Fiumicino, em Roma, na 5ª feira pela manhã. Somente uma escalada da pandemia pode comprometer sua chegada.

O Papa, como quase todos os cidadãos do Vaticano, já recebeu duas doses da vacina produzida pela Pfizer e também os jornalistas que acompanham o voo papal para o Iraque.

Leia mais