O diácono Joseph Ratzinger, profeta do presente

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS
  • Veja o que pode mudar após Câmara aprovar fim da escala 6x1

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Dezembro 2020

Pe. Pietro Messa, OFM, em comentário publicado em Il Cattolico, 27-12-2020, escreve:

Em uma das suas primeiras homilias, o diácono Joseph Ratzinger, no dia 3 de dezembro de 1950, poucos meses antes da ordenação sacerdotal, disse:

“Quem não espera nada mais do que a salvação do Ocidente deve sentir um horror desesperado diante da possibilidade da sua ruína. Para nós, não deve ser assim. Nós sabemos que a catástrofe deste mundo abre as portas para um mundo novo e mais glorioso. Nós sabemos que os temores pela queda do velho mundo são as dores de parto do novo” (P. Seewald, Benedetto XVI. Una vita, 2020, p. 284).

No atual movimento de povos, tais palavras parecem ser até uma profecia, ou seja, uma capacidade de olhar a realidade com um olhar penetrante (cf. Números 24,3).

Leia mais