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Música para o Tempo Pascal: compositores buscam expressar o mistério da Ressurreição

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14 Abril 2020

Após a consternação e a aflição, surgem a admiração, a esperança e a alegria. Para os músicos, a sublevação da ressurreição de Cristo é capturada de várias formas e em vários momentos.

A reportagem é de Emmanuelle Giuliani, publicada em La Croix International, 13-04-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Alguns compositores, baseando-se em textos ou tradições litúrgicos, celebram tudo isso nos gêneros próprios da música religiosa: motetos (incluindo os estabelecidos pelo Ordinário da Missa) ou cantatas.

“Et resurrexit”

O verso do Creio – “et resurrexit tertia die” – subverte completamente a atmosfera fúnebre do sepultamento. E compositores de Bach a Berlioz, de Haydn a Saint-Saëns e de Charpentier a Frank Martin se inspiraram nessas palavras para escrever cenários para a missa.

Sem dúvida, é por isso que os ouvintes ficam surpresos com a brevidade sóbria das palavras do Creio da grandiosa “Missa solemnis” de Beethoven. Elas são cantadas a capela e recto tono (sem nenhuma variação no tom) por vozes masculinas [escute abaixo].

E isso ocorre, suspenso no registro mais baixo dos coros e dos instrumentos, logo após desaparecerem os ecos quase inaudíveis do fim terreno de Jesus. O clamor da Ascensão, então, explodirá como um foguete!

Bach, de novo...

Na inesgotável coleção das cantatas de Bach, “Christ lag in Todesbanden” (“Cristo jaz nos laços da morte”) BWV 4, para o Dia da Páscoa, provavelmente foi executada pela primeira vez em Mühlhausen, em 1707 ou 1708, e depois novamente em 1725, em Leipzig [escute abaixo].

O texto é de um cântico de Martinho Lutero, marcante em sua habilidade de captar a luta das forças da vida contra o pecado e a morte.

Contra o pano de fundo de um coro presente em cada um dos sete movimentos, invariavelmente concluído com o floreio de um “Aleluia”, Bach, o fervoroso fiel, desenvolve uma cena verdadeiramente dramática, cheia de ousadia harmônica, exuberância vocal e variações sonoras.

Óperas sagradas

Outros artistas usam as formas dramáticas do oratório ou da ópera. Heinrich Schütz compôs “A história da Ressurreição de nosso Jesus Cristo” (Die Auferstehung unsres Herren Jesu Christi) sobre o modelo das paixões por volta de 1625 [escute abaixo].

A partitura reproduz o evento incrível através da recitação muito simplificada de um evangelista, pontuada por intervenções mais vocais dos protagonistas (Jesus, Maria Madalena) ou de testemunhas “genéricas” (anjos, padres, guardas).

Essa austeridade musical, que exige mais introspecção do que explosão de alegria, contrasta com a magnificência e o virtuosismo demonstrados no século seguinte (1708) por Georg Friedrich Händel em seu oratório sagrado “La Resurrezione” [escute abaixo].

Essa obra data do período romano do compositor. É um texto completamente original e é apresentado como uma “quase-ópera”.

Os recitativos e árias da capo (com reprise) mais ornamentados se confrontam: Lúcifer (baixo), Maria Madalena (soprano), o apóstolo João (tenor), Maria, esposa de Cléofas (alto) e um anjo (soprano).

Franz Liszt deu os retoques finais em seu “Christus” em 1866. Ele escreveu o libreto diretamente a partir das Escrituras Sagradas.

A terceira e última parte desse oratório para vozes solo, coral, órgão e orquestra apresenta a imagem de um Cristo glorioso e triunfante em um brilhante “Resurrexit” final [escute abaixo].

Da Ressurreição à vida eterna

Outros temas da Ressurreição, ao contrário, evocam a poderosa força calmante com a qual suas respectivas apresentações são coloridas.

Gustav Mahler usa uma sinfonia coral para expressar sua fé na vida eterna que se abre pela ressurreição.

Esse se tornou o subtítulo da sua Sinfonia N. 2 em Dó Menor (“A Sinfonia da Ressurreição”), que estreou em sua versão completa e definitiva em 1900, em Viena [escute abaixo].

No funeral do maestro alemão Hans von Bülow, em 1894, Mahler ouviu uma ode do poeta alemão Friedrich Klopstock, “Di Auferstehen” (A Ressurreição).

Ele decidiu concluir a obra que tinha feito sobre a peça desde 1888 com um longo movimento coral baseado nessa peça.

A partitura monumental leva o ouvinte dos tormentos mais ferozes até a felicidade inefável (4º movimento, “Urlicht” – Luz Original –, cantado por um contralto), levando-nos à proclamação final (5º movimento com intervenção do coro):

“Oh, morte! Tu que conquistas tudo, foste derrotada finalmente!...”

E não devemos esquecer o compositor francês Olivier Messiaen (1908-1992).

Como um artista cheio de fé, ele celebra a Ressurreição de Cristo em seu “Livro do Santíssimo Sacramento”, que ele compôs em 1984 como um ciclo para órgão [escute abaixo].

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