Mais de quarenta milhões de norte-americanos passam fome. A triste face da América

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

16 Dezembro 2016

Apesar da economia norte-americana estar em recuperação e a taxa de desemprego em baixa, mais de 42 milhões de pessoas nos Estados Unidos passam fome. Quem fornece esse dado alarmante é o instituto Feeding America, segundo o qual quase um em cada sete cidadãos americanos sofre de graves problemas de desnutrição.

A informação é publicada por L’ Osservatore Romano, 15-12-2106. A tradução é de Luisa Rabolini.

Segundo recentes estatísticas publicadas pelo departamento de Agricultura, 15,8 milhões de famílias estadunidenses – 12,7 por cento do total – em algum momento do ano passado não tiveram alimento suficiente para sua alimentação.

Apesar de seu caráter dramático, o dado registra uma melhoria em relação ao 14 por cento de 2014, mas ainda é superior aos números de uma década atrás. Sinal que os efeitos da grande crise econômica ainda estão presentes. Além disso, segundo os dados governamentais, até o final de 2016 cerca de um milho de norte-americanos irão perder os benefícios dos vales-alimentação estatais por causa de alterações na legislação. Bancos de alimentos, refeitórios populares e igrejas em todo o país já relatam ter uma demanda que supera todas as anteriores. E cada vez mais são os mais idosos e as famílias de baixa renda que recorrem a essas ajudas emergenciais. “Ainda existe a ideia que bancos de alimentos e refeitórios são apenas para os sem teto, mas isso não é verdade” explicou Margarette Purvis, administradora delegada do Banco de Alimentos de Nova York. “Muitas pessoas contam com esses recursos justamente para não perder a casa própria”.

Leia mais