“Metaverso tem reproduzido desigualdades do mundo real”, diz especialista em direito virtual

Realidade virtual | Foto: Unsplash

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17 Agosto 2022

 

O metaverso – ou o mundo virtual que as empresas encaram como a nova fronteira a ser explorada – tem reproduzido as mesmas desigualdades de gênero e sociais vividas no mundo real. As evidências estão nos registros de variados incidentes discriminatórios. Robôs, por exemplo, têm discriminado mulheres na concessão de limite de cartão de crédito, apesar de as clientes terem renda e cargo profissional exatamente iguais aos de homens. Também houve registros de processos de seleção no qual o robô foi “treinado” com referências sexistas de contratações feitas anteriormente.

 

A reportagem é de Cynthia Decoledt, publicada por Estadão, 16-08-2022.

 

Motivo para a distorção: de maneira geral, há baixa presença de mulheres em cargos de alta tecnologia. “Não são as mulheres que estão escrevendo os códigos fonte”, afirma a presidente do escritório especializado em direito virtual Opice Blum, Camilla Jimene. “É uma necessidade urgente que mais mulheres participem dessa construção, caso contrário, estigmas de gênero serão reforçados no ambiente virtual.”

 

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui

 

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