Kirk, um santo evangélico estadunidense?

Charlie Kirk | Foto: Gage Skidmore/Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • Bayer escolhe Brasil para estrear complemento a agrotóxico mais polêmico do mundo

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Matemático e filósofo reflete sobre a missão civilizatória das Ciências Humanas diante do desenvolvimento da Inteligência Artificial

    Universidade e o projeto de futuro das Big Techs: pensamento crítico versus inteligência como ‘utility’. Entrevista especial com Walter Carnielli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Setembro 2025

Se a Igreja Evangélica canonizasse santos, Charlie Kirk estaria na lista do pastor Samuel Rodriguez, pároco da New Season, uma das igrejas mais influentes dos Estados Unidos e presidente da National Hispanic Christian Leaderschip Conference.

A reportagem é de Edelberto Behs.

“Se alguma vez houve uma exceção à regra, se alguma vez um homem ou mulher de fé viveu de tal forma que sua vida ecoou a própria cadência do Reino, esse alguém foi Charlie Kirk”, escreveu Rodriguez em coluna para o portal conservador The Christian Post.

Kirk, segundo Rodriguez, foi um instrumento de Deus para alterar a história. “Ele se posicionou onde outros se curvaram. Ele proclamou a verdade onde outros permaneceram em silêncio. Ele nos lembrou que a coragem espiritual não é opcional em uma era de concessões morais”, diz o pastor. O que torna o seu testemunho notável é a coragem.

Um dia, a história poderá descrever Charlie Kirk como “uma das coisas mais próximas que o evangelicalismo já teve um ‘santo’. Mas o que importa mais é se a história olhará para nós – a Igreja desta geração – e descobrirá que nós também nos levantamos com coragem, vivemos com convicção e ousamos inaugurar o reavivamento que esta nação almeja”.

Em outra coluna, o diretor executivo do Conselho para Modernizar a Governança e advogado em direito constitucional e administrativo Curtis Schube lamenta os “comentários horríveis que encheram a internet”, classificando-as de mentirosas. O assassinato, escreveu, “veio com o apoio de uma minoria muito ativa que fomentou o ambiente online que incitou o assassino de Kirk”.

Comentários na internet classificaram Kirk desde racista a odioso à comunidade LGBT+.

Leia mais