“Não há respostas fáceis para perguntas como essas”, afirma presidente dos bispos sobre bênção a casais homossexuais

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • "Estamos nos tornando cada vez mais solitários e mais tolos". Entrevista com Carmody Grey, a filósofa que disse não à Anthropic

    LER MAIS
  • Mulheres estudantes da Escola Nacional de Belas Artes em exposição de trabalhos em 1935

    O esquecimento das mulheres na história da arquitetura e do urbanismo brasileiro: “Estiveram na Escola Nacional de Belas Artes desde o início”. Entrevista com Camila Belarmino

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

16 Março 2021

É “negativa” a resposta à pergunta sobre se a Igreja tem autoridade para abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo.

A informação é do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 15-03-2021. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Dom Georg Bätzing, presidente dos bispos alemães, em uma nota sobre o documento que a Congregação para a Doutrina da Fé publicou nessa segunda-feira sobre o assunto, diz que o dicastério romano “repete o status do magistério da Igreja conforme refletido em diversos documentos romanos”.

Mas, na Alemanha e em outras partes da Igreja universal, explica Dom Bätzing, “há muito tempo se discute sobre como esse ensinamento pode ser desenvolvido” com sólidos argumentos baseados em “verdades fundamentais da fé e da moral, na reflexão teológica em curso e também na abertura aos novos resultados das ciências humanas e das situações de vida das pessoas de hoje”.

Segundo o presidente dos bispos da Alemanha, “não há respostas fáceis para perguntas como essas”, e, por isso, “o Caminho Sinodal, que a Conferência dos Bispos da Alemanha iniciou com o Comitê Central dos Católicos Alemães, se esforça para discutir o tema das relações de modo amplo, a fim de considerar a necessidade e os limites de um maior desenvolvimento do magistério”.

E conclui: “Os pontos de vista que a Congregação apresentou hoje obviamente devem e deverão encontrar um lugar nessas discussões”.

 

Leia mais