O bispo de Trípoli espera que os rebeldes respeitem os cristãos

Mais Lidos

  • EUA, uma equipe inter-racial e mestiça, entram em campo em um estádio que teme as batidas de imigração de Trump

    LER MAIS
  • Ser Papa em tempos de “anticristos”. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • Em um contexto de crescente deslocamento forçado, a reflexão inspirada em Hannah Arendt destaca que a dignidade humana depende do pertencimento a uma comunidade política e do acesso efetivo ao “direito a ter direitos”

    Um olhar sobre os apátridas, refugiados e migrantes. Entrevista especial com Maria Cristina Müller

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

23 Agosto 2011

O bispo católico de Trípoli, Giovanni Innocenzo Martinelli, espera que os rebeldes, que estão tomando o controle da capital da Líbia, Trípoli, respeitem a comunidade cristã.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 23 -08-2011. A tradução é do Cepat.

Martinelli, vigário apostólico da capital, que nestes meses se opôs ao conflito, em declarações ao serviço de informação da Conferência Episcopal Italiana, SIR, confia, no entanto, em que a Igreja seja respeitada.

"Estou convencido de que, caso o Conselho Nacional de Transição assuma o poder, assim como aconteceu em Bengasi, respeitarão os lugares de culto", afirma.

"Os rebeldes já conhecem bem o bispo de Bengasi e as religiosas que trabalham nos hospitais. Não tenho motivos para pensar que são contra a Igreja. Por que deveriam estar contra nós? A Igreja sempre esteve junto ao povo".

Nestes momentos, afirma, os sacerdotes e religiosas de Trípoli estão fechados em suas residências, que são protegidas pelas autoridades.

"A situação é grave e há um pouco de medo – reconhece. Graças a Deus até agora nada de preocupante aconteceu à comunidade cristã. Nunca tive medo de agressões, pois em geral os líbios respeitam os lugares de culto".

"Certamente pode haver algum fanático que cometa um gesto de loucura. Mas até agora, graças a Deus, nunca tivemos nenhum sinal, nenhum gesto, nenhum arranhão contra a Igreja", conclui o prelado.