O cardeal Poli anunciou a realização do Átrio dos Gentios na Argentina

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Por: André | 07 Abril 2014

O arcebispo de Buenos Aires e primaz da Argentina, cardeal Mario Aurelio Poli, e o secretário do Culto da Nação, Guillermo Oliveri, anunciaram que o Átrio dos Gentios, iniciativa do Pontifício Conselho da Cultura para fomentar o diálogo entre crentes e não crentes, acontecerá entre os dias 26 e 29 de novembro na Argentina, com debates sobre “Economia do bem comum. Responsabilidade Social e Civil de empresas e ONGs”, “Borges e a transcendência”, espetáculos, música, dança, teatro e exposições.

 
Fonte: http://bit.ly/OoF0Rk  

A reportagem está publicada no sítio da Agencia Informativa Católica Argentina, 04-04-2014. A tradução é de André Langer.

O Átrio dos Gentios é um programa de diálogo promovido pelo Pontifício Conselho da Cultura do Vaticano, que foi iniciado por Bento XVI e continuado e potencializado pelo atual Papa Francisco.

A iniciativa, que se concretizou em várias cidades da Europa e da América, agora acontecerá na Argentina, continuando o projeto do Fórum sobre “Diálogo Intercultural e Responsabilidade Social”, com a participação de destacados intelectuais e artistas da Argentina e do exterior, diretores de empresas e ONGs, religiosos de diferentes confissões, políticos e funcionários.

A abertura esteve a cargo do cardeal Poli e do funcionário federal. Referiram-se a esta iniciativa Claudio Epelman, diretor do Congresso Judaico Latino-americano, o pastor Tomás Mackey, diretor do Seminário Batista Internacional, María Kodama, presidente da Fundação Internacional Jorge Luis Borges, e Gonzalo Verdomar Weiss, presidente do Conselho Cultivo, em fase de criação e que foi dado a conhecer no encontro.

Também nessa reunião o Fórum iniciou a VIII Campanha para Jovens, para a Prevenção das Drogas. Falaram o presidente da Sedronar, Juan Carlos Molina, a irmã Theresa Varela, vice-presidenta do Fórum e presidenta da Fundação Missão Esperança, Silvia Padovani, da Casa da Criança Lourdes, Domicio Queiroz, da Fazenda da Esperança, e Luis María Ocampo, do Centro de Estudos e Ação Social.