Foto do dia. Há 34 anos morria o Papa Paulo VI

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

06 Agosto 2012

Há 34 anos morria o Papa Paulo VI


No dia 6 de agosto de 1978, às 21h40min, morria o Papa Paulo VI na residência de verão de Castel Gandolofo. Passados 34 anos, sua memória e sua herança seguem vivas. Espera-se que seja levado aos altares o Pontífice que concluiu o Concílio inaugurado, há 50 anos, por seu predecessor, João XXIII, e afrontou a crise dos anos sessenta na Igreja.

Paulo VI foi o primeiro papa que visitou a América Latina. Ele abriu a II Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano - CELAM, em Medellín, em 1968. Em 1967, publicara a importante enciclica Populorum Progressio, uma releitura da Constituição Pastoral Gaudium et Spes, emanada do Concílio Vaticano II, para os países do então chamado "Terceiro Mundo". A Populorum Progressio, na esteira do Vaticano II, foi o documento que subsidiou a Conferência de Medellín.

No seu testamento ele diz:

“Ante a morte e a separação total e definitiva da vida presente, sinto o dever de celebrar o dom, a riqueza, a beleza e o destino desta mesma existência fugaz: Senhor, te dou graças porque me chamaste à vida e, mais ainda, porque me fazendo cristão me regenerastes e destinaste à plenitude da vida”.

Nas disposições concretas, ele escreve no testamento:

- “Quanto às coisas deste mundo quero morrer pobre e, desta maneira, simplificar tudo”.
- Quanto aos funerais: sejam devotos e simples. (Não se use o suporte que se usa nas exéquias pontifícias. Substituam-no por algo humilde e decoroso).
- O túmulo: desejo que seja na terra mesmo, como um modesto sinal, que indique o lugar e convide à piedade cristã. Não quero nenhum monumento.

Foto: Paulo VI, fiel ao Concílio Vaticano II, recebe o Patriarca Ortodoxo Atenágoras. Um encontro histórico.