Mais de 230 mil migrantes transitaram pelo Panamá somente em 2024 rumo aos Estados Unidos

Migrantes (Fonte: Reprodução/Youtube)

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Agosto 2024

Somente em 2024, mais de 230 mil migrantes irregulares transitaram pelo Panamá a caminho dos Estados Unidos, informou neste domingo o Ministério da Segurança (Minseg).

A reportagem é publicada por La Jornada, 25-08-2024. A tradução é do Cepat.

Segundo o comunicado, entre os caminhantes que utilizam a floresta de Darién como rota terrestre predominam os venezuelanos, seguidos pelos colombianos, equatorianos, chineses e haitianos, nesta ordem.

Até julho, 133 menores desacompanhados chegaram ao istmo e 42 pessoas morreram na perigosa travessia, acrescenta o relatório.

Segundo as autoridades panamenhas, o controle desses fluxos é feito pela gangue criminosa Clã do Golfo, da Colômbia, enquanto alertam que os viajantes ilegais são vítimas de agressões e estupros, além de enfrentarem os rigores da floresta.

Via de regra, ao chegar ao istmo, os migrantes recebem cuidados de saúde, alimentação e alojamento em estações de recepção, onde também são recolhidos dados biométricos.

O Minseg especificou que em janeiro passado entraram no país 36 mil migrantes, em fevereiro 37.176, em março 36.841, em abril 29.259, em maio 30.747, em junho 31.049, em julho 20.519, e até estes dias de agosto 9.497.

Atribuem a redução do número de viajantes às medidas adotadas pelo atual governo de José Raúl Mulino, que fechou cerca de cinco passagens não autorizadas na floresta e iniciou a deportação de caminhantes para seus países de origem em voos fretados, os três últimos para a Colômbia, pago pelos Estados Unidos, como resultado de um memorando assinado em 1º de julho.

O Serviço Nacional de Imigração anunciou que as próximas operações deste tipo serão realizadas no dia 29 de agosto, com o retorno dos equatorianos, e no dia 3 de setembro um voo fretado com destino à Índia.

Leia mais